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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE O PAPA BENTO XVI PARA A QUARESMA DE 2010

A justiça de Deus está manifestada
mediante a fé em Jesus Cristo
(cfr Rom 3, 21–22 )


Queridos irmãos e irmãs,
todos os anos, por ocasião da Quaresma, a Igreja convida-nos a uma revisão sincera da nossa vida á luz dos ensinamentos evangélicos . Este ano desejaria propor-vos algumas reflexões sobre o tema vasto da justiça, partindo da afirmação Paulina: A justiça de Deus está manifestada mediante a fé em Jesus Cristo (cfr Rom 3,21 – 22 ).
Justiça: “dare cuique suum”
Detenho-me em primeiro lugar sobre o significado da palavra “justiça” que na linguagem comum implica “dar a cada um o que é seu – dare cuique suum”, segundo a conhecida expressão de Ulpiano, jurista romana do século III. Porém, na realidade, tal definição clássica não precisa em que é que consiste aquele “suo” que se deve assegurar a cada um. Aquilo de que o homem mais precisa não lhe pode ser garantido por lei. Para gozar de uma existência em plenitude, precisa de algo mais intimo que lhe pode ser concedido somente gratuitamente: poderíamos dizer que o homem vive daquele amor que só Deus lhe pode comunicar, tendo-o criado á sua imagem e semelhança. São certamente úteis e necessários os bens materiais – no fim de contas o próprio Jesus se preocupou com a cura dos doentes, em matar a fome das multidões que o seguiam e certamente condena a indiferença que também hoje condena centenas de milhões de seres humanos á morte por falta de alimentos, de água e de medicamentos - , mas a justiça distributiva não restitui ao ser humano todo o “suo” que lhe é devido. Como e mais do que o pão ele de facto precisa de Deus. Nora Santo Agostinho: se “ a justiça é a virtude que distribui a cada um o que é seu…não é justiça do homem aquela que subtrai o homem ao verdadeiro Deus” (De civitate Dei, XIX, 21).

De onde vem a injustiça?
O evangelista Marcos refere as seguintes palavras de Jesus, que se inserem no debate de então acerca do que é puro e impuro: “Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa tornar impuro. Mas o que sai do homem, isso é que o torna impuro. Porque é do interior do coração dos homens, que saem os maus pensamentos” (Mc 7,14-15.20-21). Para além da questão imediata relativo ao alimento, podemos entrever nas reacções dos fariseus uma tentação permanente do homem: individuar a origem do mal numa causa exterior. Muitas das ideologias modernas, a bem ver, têm este pressuposto: visto que a injustiça vem “de fora”, para que reine a justiça é suficiente remover as causas externas que impedem a sua actuação: Esta maneira de pensar - admoesta Jesus – é ingénua e míope. A injustiça, fruto do mal , não tem raízes exclusivamente externas; tem origem no coração do homem, onde se encontram os germes de uma misteriosa conivência com o mal. Reconhece-o com amargura o Salmista:”Eis que eu nasci na culpa, e a minha mãe concebeu-se no pecado” (Sl. 51,7). Sim, o homem torna-se frágil por um impulso profundo, que o mortifica na capacidade de entrar em comunhão com o outro. Aberto por natureza ao fluxo livre da partilha, adverte dentro de si uma força de gravidade estranha que o leva a dobrar-se sobre si mesmo, a afirmar-se acima e contra os outros: é o egoísmo, consequência do pecado original. Adão e Eva, seduzidos pela mentira de Satanás, pegando no fruto misterioso contra a vontade divina, substituíram á lógica de confiar no Amor aquela da suspeita e da competição ; á lógica do receber, da espera confiante do Outro, aquela ansiosa do agarrar, do fazer sozinho (cfr Gn 3,1-6) experimentando como resultado uma sensação de inquietação e de incerteza. Como pode o homem libertar-se deste impulso egoísta e abrir-se ao amor?
Justiça e Sedaqah
No coração da sabedoria de Israel encontramos um laço profundo entre fé em Deus que “levanta do pó o indigente (Sl 113,7) e justiça em relação ao próximo. A própria palavra com a qual em hebraico se indica a virtude da justiça, sedaqah, exprime-o bem. De facto sedaqah significa, dum lado a aceitação plena da vontade do Deus de Israel; do outro, equidade em relação ao próximo (cfr Ex 29,12-17), de maneira especial ao pobre, ao estrangeiro, ao órfão e á viúva ( cfr Dt 10,18-19). Mas os dois significados estão ligados, porque o dar ao pobre, para o israelita nada mais é senão a retribuição que se deve a Deus, que teve piedade da miséria do seu povo. Não é por acaso que o dom das tábuas da Lei a Moisés, no monte Sinai, se verifica depois da passagem do Mar Vermelho. Isto é, a escuta da Lei , pressupõe a fé no Deus que foi o primeiro a ouvir o lamento do seu povo e desceu para o libertar do poder do Egipto (cfr Ex s,8). Deus está atento ao grito do pobre e em resposta pede para ser ouvido: pede justiça para o pobre ( cfr.Ecli 4,4-5.8-9), o estrangeiro ( cfr Ex 22,20), o escravo ( cfr Dt 15,12-18). Para entrar na justiça é portanto necessário sair daquela ilusão de auto – suficiência , daquele estado profundo de fecho, que á a própria origem da injustiça. Por outras palavras, é necessário um “êxodo” mais profundo do que aquele que Deus efectuou com Moisés, uma libertação do coração, que a palavra da Lei, sozinha, é impotente a realizar. Existe portanto para o homem esperança de justiça?
Cristo, justiça de Deus
O anuncio cristão responde positivamente á sede de justiça do homem, como afirma o apóstolo Paulo na Carta aos Romanos: “ Mas agora, é sem a lei que está manifestada a justiça de Deus… mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os crentes. De facto não há distinção, porque todos pecaram e estão privados da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela Sua graça, por meio da redenção que se realiza em Jesus Cristo, que Deus apresentou como vitima de propiciação pelo Seu próprio sangue, mediante a fé” (3,21-25)
Qual é portanto a justiça de Cristo? É antes de mais a justiça que vem da graça, onde não é o homem que repara, que cura si mesmo e os outros. O facto de que a “expiação” se verifique no “sangue” de Jesus significa que não são os sacrifícios do homem a libertá-lo do peso das suas culpas, mas o gesto do amor de Deus que se abre até ao extremo, até fazer passar em si “ a maldição” que toca ao homem, para lhe transmitir em troca a “bênção” que toca a Deus (cfr Gal 3,13-14). Mas isto levanta imediatamente uma objecção: que justiça existe lá onde o justo morre pelo culpado e o culpado recebe em troca a bênção que toca ao justo? Desta maneira cada um não recebe o contrário do que é “seu”? Na realidade, aqui manifesta-se a justiça divina, profundamente diferente da justiça humana. Deus pagou por nós no seu Filho o preço do resgate, um preço verdadeiramente exorbitante. Perante a justiça da Cruz o homem pode revoltar-se, porque ele põe em evidencia que o homem não é um ser autárquico , mas precisa de um Outro para ser plenamente si mesmo. Converter-se a Cristo, acreditar no Evangelho, no fundo significa precisamente isto: sair da ilusão da auto suficiência para descobrir e aceitar a própria indigência – indigência dos outros e de Deus, exigência do seu perdão e da sua amizade.
Compreende-se então como a fé não é um facto natural, cómodo, obvio: é necessário humildade para aceitar que se precisa que um Outro me liberte do “meu”, para me dar gratuitamente o “seu”. Isto acontece particularmente nos sacramentos da Penitencia e da Eucaristia. Graças á acção de Cristo, nós podemos entrar na justiça “ maior”, que é aquela do amor ( cfr Rom 13,8-10), a justiça de quem se sente em todo o caso sempre mais devedor do que credor, porque recebeu mais do que aquilo que poderia esperar.
Precisamente fortalecido por esta experiencia, o cristão é levado a contribuir para a formação de sociedades justas, onde todos recebem o necessário para viver segundo a própria dignidade de homem e onde a justiça é vivificada pelo amor.
Queridos irmãos e irmãs, a Quaresma culmina no Tríduo Pascal, no qual também este ano celebraremos a justiça divina, que é plenitude de caridade, de dom, de salvação. Que este tempo penitencial seja para cada cristão tempo de autentica conversão e de conhecimento intenso do mistério de Cristo, que veio para realizar a justiça. Com estes sentimentos, a todos concedo de coração, a Bênção Apostólica.
Vaticano, 30 de Outubro de 2009

BENEDICTUS PP. XVI

CAMPANHA DA FRATERNIDADE

Foi aberta nesta Quarta-feira de Cinzas, 17, em Brasília, a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010 (CFE), com o tema “Economia e Vida” e lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro (Mt 6, 24)”. O evento contou com a participação dos representantes das cinco Igrejas membros do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), responsável pela Campanha deste ano por ser ecumênica.
Durante a abertura, cada representante falou à imprensa presente sobre os objetivos centrais da Campanha. O secretário geral do Conic, reverendo Luiz Alberto Barbosa, destacou a importância da CFE para a sociedade, de modo especial com a temática tratada este ano. “Com esta Campanha queremos colaborar com uma economia a serviço da vida fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e das pessoas de boa vontade, tendo em vista uma sociedade sem exclusão”.
O representante da CNBB, no ato, o arcebispo de Montes Claros (MG), dom José Alberto Moura, leu a mensagem do sumo pontífice, o papa Bento XVI, para a CFE, na qual ele destaca a temática da campanha para a libertação das pessoas da escravidão do dinheiro. Em sua fala, dom Alberto, que é presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Interreligioso da CNBB, ressaltou a importância da Campanha Ecumênica para reforçar os laços que unem as Igrejas membros do Conic. “O ecumenismo nos faz testemunhar a fé em um único Deus, além de reforçar esses laços e indicar que todos somos os seus filhos; e nessa união, queremos nos colocar a serviço Dele”.
Questionado se a Campanha apresentará, durante o seu desenvolvimento, ao longo de 2010, um novo modelo de economia “mais solidário” do que o atual, o arcebispo de Montes Claros respondeu. “A economia não é algo odiado, porém é preciso atentar para o seu modo de usá-la e desenvolvê-la. Não fazemos uma crítica a uma pessoa ou governo, mas a uma mentalidade de concentração de renda e de colocar a economia como finalidade de vida em que poderíamos olhar mais a pessoa humana, principalmente as pessoas excluídas que devem ser mais consideradas”, frisou. Dom Alberto Moura falou ainda que a estrutura da Campanha não parte do econômico e ideológico, mas do Evangelho. “É justamente com o espírito da Quaresma que queremos colocar em discussão a economia que nos serve. Não vamos apresentar um novo modelo e derrubar o que está aí, mas queremos com esse tema dar mais razão à pessoa do que ao econômico”, completou.
“A temática da CFE-2010 nos coloca na posição de nos perguntarmos a quem, a rigor, queremos servir, se é a Deus ou ao dinheiro”, disse o presidente do Conic, o pastor sinodal, Carlos Augusto Möller, citando o lema da CFE. De acordo com ele, a frase bíblica representa uma inquietude de Jesus Cristo, sobre a escolha que devemos fazer também nos dias de hoje. “Sobre a discussão que vamos travar não só nas igrejas, mas também na sociedade, de modo geral, essa mesma inquietude de Jesus deve também ser discutida nos dias atuais, em que o lucro a todo o custo se sobrepõe à vida”, sublinhou.
O presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e moderador do Conselho Mundial de Igrejas, pastor Dr. Walter Altmann, disse que a campanha é favorável para que as pessoas participem de suas comunidades, com o objetivo de transformar o mundo, hoje, “marcado por tanta violência e tamanhas injustiças”.
Em diversas dioceses do  Brasil foi lançada a Campanha da Fraternidade 2010,  como ontem de manhã na Cúria Metropolitana de Maringá, pelo arcebispo metropolitano Dom Anuar Battisti. Pela terceira vez em 10 anos ela conta com a participação de outras cinco igrejas cristãs, além da Católica. “Essa é uma campanha para mexer com as bases da vida de todo o povo brasileiro, principalmente daqueles que têm mais”, considerou Battisti. Ele entende que os debates que acontecerão durante a Quaresma devem levar as pessoas a refletir e mudar o modo de agir com relação à economia e ética cristã.
O tema “Economia e Vida” e o lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”, de Mateus 6:24, foram escolhidos pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) para responder como as pessoas estão vivendo a fé em um contexto de miséria e fome, de falta de acesso à saúde, falta de moradias, precariedade no trabalho e insegurança. 
O arcebispo esclareceu que essa é a terceira vez que a CF não é somente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e sim organizada pelo Conic, que congrega, além da Igreja Católica, as igrejas Luterana no Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil, Presbiteriana Unida do Brasil, Sírian Ortodoxa de Antioquia e Evangélica de Confissão Luterana do Brasil.
Segundo ele, as campanhas são ecumênicas quando abordam assuntos de interesse de toda a comunidade. “Desta vez, o trabalho objetiva ajudar a sociedade a construir uma economia que esteja a serviço da vida”.

Battisti explicou que durante toda a Quaresma serão conhecidas experiências de economia solidária que estão dando certo em vários pontos do País. “A campanha é sempre um despertar, tem tempo para começar, mas não para terminar.

Fonte: http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/235852

http://www.cnbb.org.br/site/campanhas/fraternidade/2070-campanha-da-fraternidade-quer-colaborar-com-economia-a-servico-da-vida-diz-secretario-do-conic

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Resumo do conteúdo geral abordado durante o retiro

Resumo do conteúdo geral abordado no retiro dos Seminaristas do Seminário Maior Arquidiocesano de Nossa Senhora de Fátima de Brasília – DF, de 08 a 12 de fevereiro de 2010.

O tema geral do retiro foi “nossa resposta ao chamado de Deus como padres diocesanos”, com duas reflexões diárias de uma hora e meia.

De início trabalhou-se a espiritualidade do padre diocesano a partir da imagem de Jesus o Bom Pastor e a pertença à Igreja Particular. Um dos desafios na vida do padre é garantir uma espiritualidade que o fortaleça no ministério. Os padres de congregações, ordens religiosas ou institutos seguem a espiritualidade do seu fundador, mas o padre secular diocesano segue a quem? Qual é a sua espiritualidade? A pessoa de Jesus "o Bom Pastor" é o modelo do padre diocesano. Pelo contexto de sua ação pastoral, ele caminha como pastor do rebanho, serve, cuida, acolhe e defende o seu povo. Ele é um comunicador do Evangelho. Deve, pois, proclamar a Palavra com ousadia e sem temor (Fl 1,14). A exemplo de Jesus, precisa fazer de sua vida uma contínua realização da "caridade pastoral", sentindo compaixão pelas multidões (Mt 9,35-36), procurando as ovelhas dispersas (Mt 18,12-24), conhecendo-as e chamando-as pelo nome (Jo 10,3).

O padre diocesano é o padre incardinado e pertencente a uma Igreja Particular, a uma Diocese, e consagrado totalmente a ela, posto a serviço dela para pastoreá-la em íntima união com o bispo e com os demais membros do Presbitério, com profundo senso de unidade e comunhão. A incardinação é a expressão do vínculo jurídico, teológico, espiritual, esponsal e pastoral do padre com a Igreja Particular (Diocese).

Vivenciou-se também no conjunto da temática a necessidade da restauração do futuro padre, como caminho para um serviço profundo e motivador. Diariamente somos chamados à conversão. Para que a conversão? Converter-se para ser sempre mais autenticamente aquilo que somos. Conversão à nossa identidade eclesial para que o ministério seja totalmente consequente a tal identidade, a fim de que uma renovada e gozosa consciência do nosso “ser” determine o nosso “agir”, ou melhor, ofereçamos espaço a Cristo Bom Pastor, a fim de que viva em nós e atue através de nós.

Devemos ser homens de comunhão e nos esforçar para viver em unidade de um santo e divino amor com todas as pessoas, um amor que doa a vida (eis aqui também inscrita a riqueza do sagrado celibato), que leva à solidariedade autêntica com aqueles que sofrem e com os pobres (incluindo todos os gêneros de pobreza). Para tanto, é necessário que se coloque a caminho de um processo restaurador do caráter que inclui o que podemos chamar de cura interior, ou restauração de feridas e condicionamentos que podem interferir de maneira negativa na vivência oblativa do futuro ministério.

No contexto pastoral da Igreja do Brasil, as Diretrizes da Ação Evangelizadora, convida o futuro padre a assumir o caminho efetivo do múnus da Palavra, da Liturgia e da Caridade. É uma temática profundamente espiritual, libertadora e exigente. O futuro sacerdote, ao longo do seu preparo para o exercício do ministério, precisa treinar a vivência deste múnus como caminho de santificação: viver a Palavra, celebrar a Liturgia e aplicar-se no exercício da caridade sem reservas.

Os participantes [do retiro] foram chamados a mergulhar na exigência da santificação de si mesmos. A santidade do presbítero é uma exigência inerente ao seu ser. “Sede santos (1Pd. 1,16) não é um peso, um acorrentamento, mas algo libertador e profundo. É o humano intimamente ligado ao Mistério que restaura. O caminho para a santidade requer a ascese, a mortificação, a renúncia e o sacrifício. Aos olhos do mundo atual e da cultura medíocre de nosso tempo isso parece um absurdo. A ascese, como nos ensinou a Igreja ao longo dos séculos, não pode ser renegada nem esquecida. Ela é metodologicamente aplicada com sucesso em nossos dias. Não podemos desconectar o ministério sacerdotal do aspecto da cruz e do sacrifício em favor da libertação do povo.

Por fim, [o retiro] encerrou-se com o tema da perseverança na oração como programa de vida para o padre diocesano que deseja viver bem seu ministério na fidelidade até o fim. O seminarista é um padre em potência e como tal deve acolher a formação sacerdotal como um projeto de vida. A oração perseverante é índice de fé profunda, de firme esperança, de caridade viva para com Deus e o próximo. O ensinamento de Jesus Cristo sobre a perseverança na oração une-se com a severa advertência de que é preciso manter-se fiéis na fé; fé e oração vão intimamente unidas. Creiamos para orar e para que não desfaleça a fé com que oramos. A fé faz brotar a oração; e a oração enquanto brota, alcança a firmeza da fé.

Dom Adair José Guimarães





quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

RETIRO ESPIRITUAL 2010

Os seminaristas do Seminário Maior Arquidiocesano de Brasília Nossa Senhora de Fátima iniciam o primeiro semestre de 2010 em retiro espiritual com o bispo da Dioecese de Rubiataba, Dom Adair José Guimarães.


Vejamos um resumo da história de Pe Adair José Guimarães, eleito Bispo da Diocese de Rubiataba - Go., no dia 27 de fevereiro de 2008.

Origem



Nasceu no Município de Mara Rosa - Go, antiga Amaro Leite, no dia 16 de junho de 1960. Filho do casal Antonio Bonifácio Guimarães e Dalva Maria Guimarães, ambos falecidos. Perdeu a mãe aos onze anos de idade e cresceu com a ajuda de familiares em Campinorte – Go., onde, junto com seus dois irmãos Atair José Guimarães e Alair Aparecido Guimarães, passou sua adolescência e início da juventude. Seu pai casou-se novamente com Maria Elias Alves em 1980, ano em que ingressou no seminário menor. Do segundo casamento do pai nasceram seus dois últimos irmãos: Altemir Elias dos Reis Guimarães e Ademir Elias Guimarães. A família sempre foi muito unida.



Família



Até os dez anos residiu na zona rural, pois seu pai era agricultor e obtinha o sustento da família através da plantação de lavoura e da criação de animais. Começou seus estudos nas antigas “escolas da roça”. Em Alto Horizonte, antigo distrito de Mara Rosa, cursou os primeiros anos de seus estudos. Com a enfermidade da mãe que contraiu câncer, se mudaram para Campinorte em 1971, onde concluiu o antigo primário e primeiro grau. O pai continuava no sítio e nos finais de semana e férias, juntamente com os irmãos, partilhava com o pai dos serviços braçais no campo. Pouco tempo depois da mudança para Campinorte, pouco mais de dois anos, a mãe veio a falecer. A parte religiosa e a devoção a Nossa Senhora foram herdadas do cuidado da mãe que era fervorosa e soube repassar aos filhos os conhecimentos iniciais da fé. O pai era menos presente religiosamente, mas confirmava os ensinos da mãe. Fez a primeira comunhão aos oito anos; foi preparado em casa pela mãe com a autorização do Pe. Juarez dos Passos Pereira. O dia da primeira comunhão, que lhe é memorável pelo alcance do seu significado, ocorreu na Capela de Alto Horizonte, hoje sede paroquial.



O caminho vocacional



O desejo de ser padre o acompanhou desde a infância; com cinco anos de idade já brincava de celebrar a missa com o irmão mais velho e primos. O ambiente simples e pobre da família sempre foi marcado por uma intensa religiosidade. Sua mãe sempre foi devota de Nossa Senhora e São Geraldo Magela, pois carregou consigo a devoção desde os tempos em que viveu no Carmo em Minas Gerais. O pequeno menino se encantava com a imagem de São Geraldo que a mãe possuía. Sua avó materna, Maria Benedita de Jesus, sempre contava as graças obtidas pela intercessão do santo e aquelas conversas e as histórias lhe plasmavam no coração o desejo de ser padre. Na infância, em Campinorte, participou da Legião de Maria juvenil, acompanhado sempre pela Maria Francisca e pela Elenir Alves, zelosas legionárias que ainda hoje militam nesse trabalho. Teve a influência formativa e vocacional, primeiro pela Irmã Maria das Dores (Dominicana) e depois, já no processo de discernimento final, pelas Irmãs Terezinha Cavich, Terezinha Bustamante e Aparecida Sofia (Irmãs da Providencia de Gap) que atuaram por muitos anos em Campinorte. Seus padrinhos de batismo e avós paternos, Geracino Ferreira Guimarães e Dorvina Bonifácio Guimarães tiveram papel fundamental no processo vocacional do Pe. Adair. Seu avô era ministro extraordinário da comunhão, o primeiro de Campinorte, cursilhista e membro do Apostolado da Oração e Legião de Maria. Do seu avô recebeu os primeiros ensinamentos bíblicos na infância e na adolescência. Desde a infância teve que trabalhar, primeiro na roça, depois vendendo frutos da terra na cidade, portaria de hotel e por último como balconista. A sua grande descoberta vocacional aconteceu dentro dos trabalhos da Paróquia Nossa Senhora da Guia, quando era Pároco Frei Euzébio. O grupo de Jovens Júpiter foi o campo onde Deus colheu Pe. Adair para o seminário. Iniciou os estudos do segundo grau em Uruaçu, no antigo Colégio Polivalente, onde fez o primeiro e o segundo ano. No dia 22 de fevereiro de 1980 foi levado pessoalmente pelo então Bispo Diocesano, Dom José Silva Chaves, para o Seminário Menor Bom Jesus em Brasília; naquela época a Diocese não tinha seminário menor. Em Brasília concluiu o segundo grau. Em 1981 começou seus estudos filosóficos no Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora de Fátima de Brasília. A vinda do Papa João Paulo II ao Brasil em 1980 lhe conferiu fortaleza na resposta ao chamado vocacional. Em 1982 foi enviado ao Seminário Arquidiocesano de São José do Rio de Janeiro, onde concluiu a Filosofia e a teologia, respectivamente no Instituto Arquidiocesano de Filosofia João Paulo II e Pontifícia Universidade Católica. Durante a vida de seminário sempre foi assíduo no apostolado proposto pelo seminário. Trabalhou na catequese em Taquatinga, Paróquia São José, Arquidiocese de Brasília. Na Paróquia São Pedro de Alcântara da Arquidiocese de Niterói, Rio de Janeiro, na comunidade Nossa Senhora de Nazaré(Marambaia) trabalhou quatro anos com catequese, liturgia, juventude, círculos bíblicos e visitas aos lares. Durante o diaconato serviu pastoralmente a Basílica Nossa Senhora de Lurdes no Bairro de Vila Isabel, Rio de Janeiro, onde acompanhou a comunidade de Nossa Senhora de Fátima da Favela Pau da Bandeira, equipes de liturgia e de jovens e ministrou várias formações para lideranças.



Vida Ministerial



Em dezembro de 1983 Dom José Chaves lhe conferiu o Ministério de Leitor na Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Geriaçu-Matão, Município de Uruaçu, Paróquia Catedral. Em dezembro de 1984 recebeu igualmente o Ministério de Acólito na Capela de São Sebastião de Alto Horizonte, na época pertencente à Paróquia de Campinorte. No dia 28 de dezembro de 1985, às 19:00 haras, na Catedral foi ordenado diácono. Recebeu a ordenação presbiteral em Campinorte no dia 21 de dezembro de 1986. Foi um dia de festa e muita alegria para seus familiares e para a Paróquia de Campinorte e para toda a Diocese. De 1987 a 1998: Pároco da Catedral de Uruaçu – Go.; De 1999 a 2005: Pároco da Paróquia Santo Antonio de Mara Rosa – Go.; De 2006 até a nomeação espiscopal: Pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Minaçu – Go.; De 1987 a 1988: Reitor do Seminário Menor da Diocese de Uruaçu; De 1987 a 1992: Responsável pela Pastoral Vocacional e da Juventude na Diocese de Uruaçu; De 1987 a 2006: Membro e secretário do Conselho Presbiteral da Diocese; De 1988 a 1996: Assistente eclesiástico Diocesano da Renovação Carismática Católica; De 1990 a 1995: Presidente do Conselho Ecumênico Interconfessional do Ensino Religioso de Uruaçu; De 1998 até a presente data: Juiz Auditor da Câmara Eclesiástica da Diocese de Uruaçu e Adjunto do Tribunal Eclesiástico de Brasília; De 1999 a 2000: Vice Presidente da OSIB do Regional Centro Oeste; De 2000 a 2003: Coordenador Diocesano de Pastoral da Diocese de Uruaçu; De 2000 a 2005: Diretor Espiritual e professor no Seminário Maior da Diocese de Uruaçu; De 2001 a 2004: Presidente da OSIB do Regional Centro Oeste

2004 a 2005: Vice Presidente da OSIB Nacional; De 2007 até a presente data: Diretor Espiritual Diocesano do Encontro de Casais com Cristo

Eleição episcopal



No dia 13 de fevereiro recebeu um telefonema do Núncio Apostólico, Dom Lorenzo, pedindo que fosse a Brasília para um comunicado. A audiência foi marcada para o dia 15 do mesmo mês. O Senhor Núncio lhe comunicou que o Santo Padre Bento XVI o havia nomeado bispo da Diocese de Rubiataba-Mozarlandia. Padre Adair deu seu assentimento positivo, por escrito. A nomeação ficou resguardada pelo sigilo pontifício até o dia 27 de fevereiro, quando a Santa Sé fez a publicação oficial.



Anúncio da nomeação



No dia 27, pela manhã, Dom Messias Reis, Bispo de Uruaçu, convidou o nomeado, vários sacerdotes, religiosas e leigos para uma oração matinal na Catedral Imaculado Coração de Maria, em Uruaçu. Após a oração Dom Messias fez o anúncio, o bispo eleito fez uso da palavra e agradeceu o apoio de Dom Messias e pediu as orações de todos os presentes em favor de sua missão.


Sagração e posse



A sagração aonteceu no dia 17 de maio, sábado, às 15:00 horas na quadra coberta do Seminário São José de Uruaçu pelas mãos de Dom José Silva Chaves, Bispo Emérito de Uruaçu e pelos consagrantes Dom Messias de Uruaçu e Dom José Carlos, administrador apostólico de Rubiataba. A posse, como terceiro bispo de Rubiataba-Mozarlândia aconteceu no dia 25 de maio de 2008 às 09:00 na Catedral de Rubiataba. A posse foi dada por Dom Washington Cruz, Arcebispo de Goiânia.



Fonte: http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=16067





O retiro teve inicio no dia 08/02/10 e encerrará no dia 12/02/10 com a profissão de fé dos neodiaconos da arquidiocese de Brasília. A nossa Diocese de Luzianiânia conta tres diaconos: Francisco Valbério, Flávio Luiz e João Paulo dos Santos. 

DADOS OFICIAIS DA DIOCESE

DIOCESE DE LUZIANIA


Bispo Dom Afonso Fioreze, CP

Cúria: Av Claro Carneiro de Mendonça. 199 Parque JK - 72 800 000 - Luziânia - GO Cx Postal 122 72 800 000

diocesedeluziania@uol.com.br 
http://www.diocesedeluziania.org.br/
 
 
fonte: http://www.crd-co.com.br/provincias.html
 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

RETORNO AO SEMINÁRIO

ATENÇÃO SENHORES SEMINARISTAS

NO DIA 07,  DESTE MÊS DE FEVEREIRO, TODOS DEVEM RETORNAR AO SEMINÁRIO.

AOS NOVOS SEMINARISTAS, SEJAM BEMVINDOS E PERSEVERANÇA.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

DOM AFONSO, BISPO DE LUZIANIA


Data de Nascimento: 01/06/1942
Local de Nascimento: Rio Branco do Sul - PR - Brasil
Filiação - Pai: Luiz Segundo Fioreze
Filiação - Mãe: Orsolina Motin
Profissão Religiosa: 03/02/1964
Ordenação Sacerdotal:  26/07/1970, Rio Branco do Sul-PR
Ordenação Episcopal: 15/02/2004, Curitiba-PR
Nomeação:  05/11/2003
Posse:15/09/2004

Formação

Filosofia: Cursou na PUC do Paraná.
Teologia: Cursou no Instituto de Teologia de Curitiba.

Atividades antes do episcopado:

(1972-1977); Vigário paroquial; dirigente da Pastoral dos Adolescentes, do Curso de Noivos, MFC e equipe de Finanças da paróquia São Paulo da Cruz, na cidade de Pinheiros-SP (1977-1993); na Congregação foi superior da casa por seis anos; ecônomo provincial por nove anos; superior provincial por sete anos; Em 1993 foi transferido para Porto de Caxias, Itaboraí-RJ, Arquidiocese de Niterói, nomeado pároco da paróquia Nossa Senhora da Conceição(1977); Superior local da Congregação (Passionista) e vigário paroquial (1993-1997); Reitor do Santuário de Jesus Crucificado até ser nomeado bispo.

Atividades como bispo:
Foi Bispo Coadjutor de Luziânia-GO (março a setembro de 2004), hoje é bispo titular.





fonte: Site oficial da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil 



domingo, 29 de novembro de 2009

SEMINARISTAS DE BRASILIA RECEBEM MINISTÉRIOS

 

 Dom Joao Braz de Aviz, arcebispo de Brasilia, vai ao seminario e instiui como Leitores (leitorato), segundo passo depois da admissao para as sagradas ordens, (de sua direita para esquerda) Douglas, Kleuber, Thiago e Geraldo Gama, todos da arquidiocese de Brasilia.








 


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Devanilson, de nossa diocese de Luziânia, e Lucas da arquidiocese de Brasilia, fizeram as preces ao Senhor.











Uma semana após outros seminaristas receberem o ministerio de leitor (leitorato), seis seminaristas recebem o ministério de acolitos (acolitato), penultimo passo antes da ordenação sacerdotal.









 Wesley, de nossa diocese, auxiliou na Santa Missa. Em foco, vemos dom Joao entregando a patena ao seminarista Lucas, da Arquidiocese de Brasilia.













Pós editado por Devanilson Álvares em 16/01/2015, às 00:14 Hs (horário de Brasília)
Motivo: Em atenção ao pedido extrajudicial movido por um participante desta cerimônia e recomendação da Google foi necessária a exclusão de algumas e textos que continham o nome do requerente.

ESPORTE

Anualmente os seminaristas se organizam em diversas categorias espotivas, participando de campeonatos que vai de xadrez ate futebol. Outros seminarios, como Redenptores Mater, Franciscanos, Padres, Funcionarios do seminario e paroquianos também participam desta grande festa esportiva. Veja no link um dos campeonatos.

DIA DE AMOR PELA CASA




Dia de amor pela casa é o dia em que todos os seminaristas e padres se reunem para fazerem uma grande "faxina" no seminário, para deixá-li mais bonito. Além do trabalho há, obviamente, muitas brincadeiras.

Na foto ao lado Joacyr, da Diocese de Formosa - GO, trabalha sério.










Nesta foto ao lado os seminaristas limpam e pintam o meio fio. Em foco, no centro, Vitor (flamenguista, oh meu Deus tenha piedade dele kkk), da Diocese de Luziania-GO, a sua direita Bruno, da Diocese de Luziania-GO, e a esquerda Luvanor, da Diocese de Uruaçu-GO




























Que dificuldade hein Jalmo, Fernando e Marcus. É isso ai pessoal.














Enquanto isso....
.... outros so de boa kkkk.
Brincadeira. voces trabalharam e mercerem descansar uns 5 minutos. Só 5 minutos kkkkk.










E do outro lado do seminário.... O pessoal termina o trabalho.
ô Cição, opa, Ô Cicero, que houve? Quebrou chinelo, poxa vida, ainda bem que esta em casa.

sábado, 28 de novembro de 2009

O CARDEAL VAI AO SEMINÁRIO



 O Cardeal Dom José Freire Falcão também comemorou a festa de seu aniversario na presença dos seminaristas, no Seminário Nossa Senhora de Fátima.
O Cardeal José Freire Falcão nasceu em 23 de outubro de 1925, em Ererê-CE, diocese de Limoeiro do Norte-CE. Estudou no Seminário da Prainha, em Fortaleza. Ordenado sacerdote aos 19 de junho de 1949, em Limoeiro do Norte. Consecutivamente, de 1949 a 1967, na diocese de Limoeiro do Norte, trabalhou pastoralmente; foi vice-diretor do Liceu Diocesano; membro da faculdade de seu Seminário menor e outras instituições educativas; e assistente eclesiástico da Ação Católica.
Eleito Bispo titular da Vardimissa e nomeado coadjutor, com direito a sucessão, de Limoeiro do Norte, em 24 de abril de 1967.
Consagrado, em 17 de junho de 1967, por José de Medeiros Magro, Arcebispo de Fortaleza-CE. Transladado à Sé de Limoeiro do Norte, em 19 de agosto de 1967. Assistiu a II Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, em Medellín, Colômbia, de 24 de agosto aos 6 de setembro de 1968. Promovido à Sé metropolitana de Teresina-PI, em 25 de novembro de 1971. Assistiu a III Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, em Povoa, México, de 27 de janeiro a 13 de fevereiro de 1979; a VI Assembléia Ordinária do Sínodo dos Bispos, em Cidade do Vaticano, de 29 de setembro a 28 de outubro de 1983. Transladado à Sé metropolitana da Brasília, em 15 de fevereiro de 1984. Eleito segundo vice-presidente do Conselho Episcopal Latino-americano.
Criado Cardeal presbítero, em 28 de junho de 1988; recebeu a barrete vermelha e título de S. Luza a Via Prenestina, em 28 de junho de 1988. Assistiu a VIII Assembléia Ordinária do Sínodo dos Bispos, em Cidade do Vaticano, de 30 de setembro a 28 de outubro de 1990; a IV Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, em Santo Domingo, República Dominicana, do 12 a 28 de outubro de 1992. Renomado membro do Conselho de Cardeais para o Estudo dos Problemas Organizativos e Econômicos da Santa Sé, em 2 de dezembro de 1993. Assistiu à Assembléia Especial para a América de Sínodo dos Bispos, em Cidade do Vaticano, de 16 de novembro aos 12 de dezembro de 1997.



Em sua  homilia o Cardeal contou sua experiencia como seminarista, padre, bispo e, finalmente, como cardeal. 

Intercâmbio Missionário no Centro-Oeste

De 27 a 29 de março, realizou-se no Gama, em Brasília, DF, o 1º Intercâmbio Missio­nário do Centro-Oeste, entre as Dioceses de Goiás, GO, e Brasília. Essa é uma proposta apresentada pelo Secreta­riado Nacional da Juventude Missionária para os Regio­nais, com o objetivo de fortalecer os laços de amizade entre os jovens, promover a troca de experiências missionárias e a prática missionária além-fronteiras. Em novembro, será a vez dos jovens de Brasília visitarem a Diocese de Goiás.

De 17 a 19 de abril, a Juventude Missionária do Regional Centro-Oeste realizou o 7º Encontro Regional de Jo­vens e Adolescentes Missio­nários (Erjam) na Diocese de Jataí, em Rio Verde, GO.

Participaram cerca de 350 jovens das Dioceses de Goiás, Uruaçu, Ipameri, Luziânia, Porto Nacional, Tocantinó­polis, São Luís de Montes Belos, Anápolis, da Prelazia de Crista­lândia e das Arquidio­ceses de Palmas, Goiâ­nia e Brasília.

Estiveram presentes o Bispo de Jataí, GO, D. Aloísio Hilário de Pinho, FDP; o Bispo de Porto Nacional, TO, D. Geraldo Vieira Gusmão; e o Pe. Vítor de Me­ne­­zes, Secretário Nacional da Obra da Propagação da Fé.
O próximo Erjam será na Dio­­cese de Uruaçu, GO, em 2011.



Fonte: http://www.pom.org.br/sim/209/img/7_erjam.jpg&imgrefurl=http://www.pom.org.br/sim/209/pro_fe.html&usg=__PZ7w8YfafYMmE0by3qQpq38CcDc=&h=166&w=352&sz=19&hl=pt-BR&start=15&um=1&itbs=1&tbnid=cLoOHpvhaNaMkM:&tbnh=57&tbnw=120&prev=/images%3Fq%3Ddiocese%2Bde%2Bluziania%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26sa%3DG%26um%3D1

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

FESTA DAS FAMILIAS 2009

Conforme a tradicição, anualmente o seminário promove a festa das familias, onde as familias dos seminaristas se reunem para passar um dia na casa de formação, na qual os seminaristas passam cerca de 07 anos da sua formação. Neste ano a festa ocorreu no dia 10 de Outubro.
Após serem recepcionadas e acolhidas pelo reitor do seminário, Padre Jorge Humberto Pacheco, os seminaristas apresentaram uma maravilhosa peça teatral, na qual todos riram e se emocionaram.
Ao encerrar a apresentação os familiares tiveram um tempo para ficar com seus filhos (seminaristas) em seguida participaram da Santa Missa, presidida pelo reitor.







A turma do 2º ano de teologia organiza uma peça teatral que ficou para a história.





















A imagem da Sagrada Familia é colocada em frente do altar da capela do seminário





















O reitor do seminário, Padre Jorge Humberto Pacheco, preside a Santa Missa. Em sua homilia ele enfatiza a importancia da familia na formação de um sacerdote.
































Francisco Valbério, Diácono eleito da diocese de nossa diocese, e sua familia.























Diácono Jair, em breve sacerdote do clero de nossa diocese, e seus familiares.



























Jota Júnior, 1º de Filosofia, e seus familiares.




















Vitor, 2º de Filosofia, e seus pais























Devanilson com a sua mãe, sobrinho e irmã.



























Textos e Fotos foram excluidas por requerimento extrajudicial movido por participante da festa.
Exclusão em 16/01/2015, às 00:25

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

OUTUBRO, MÊS DA MISSÃO.

A Igreja celebra, comemora e dedica todo o mês de Outubro às Santas Missões. Em comunhão com a Igreja, o Seminário Arquidiocesano de Brasilia rebeceu no dia 22 de Outubro missionários e missionárias de diversas nacionalidades e representantes de todos os continentes, os quais juntamente com os seminaristas fizeram uma grande festa, em torno de Jesus Eucaristico. Apesar das dificuldades com o idioma, os missionário partilharam sobre o seu país, a situação da Igreja em sua pátria, bem como toda a sua experiencia como missionário. Os seminaristas da Diocese de Luziania também participaram desta grande festa. Abaixo segue algumas fotos .







Os seminaristas acolhem os missionários. Em foco, missionárias da Coréira, Quênia, Filipinas e México.





















Seminaristas do 1º ano de filosofia acolhem em sua sala de aula missionarios de Cuba, Japão e Coréia. Padre Paulo Batista acompanha os seminaristas e missionários.












A turma do 2º de Filosofia acolhe em sua sala de aula missionários da Africa, Canadá e México. Padre Eduarco e Padre Marco acompanham a turma e os missionários.













Seminaristas do 1º ano de teologia recebem em sua sala de aula missionários da Africa, Filipinas e México. Diácono Miguel Alon acompanha os seminaristas e os missionários.




















A turma do 3º ano de Teologia recebem em sua sala de aula missionarios da Africa e Mexico. Padre Gustavo Sanchez acompanha a turma e os missionários.

















A turma diaconal, 4º ano de teologia, recebe em turma sala de aula missionarios do Quênia (Africa), Canadá e Coréia. Padre Oscar acompanha a turma e os missionários.












 Após a troca de experiencias os missionários tiraram fotos em frente a capela do seminário. Em seguida, antes da Santa Missa, conversaram informalmente com os seminaristas.












Devanilson, seminarista do 1º ano de teologia, conversa com Padre das Ilhas Filipinas. Conversam sobre a situação vocacional em seu país.
















Após a partilha todos do seminário se reuniram em torno da Eucaristia. Presidida pelo padre responsavel pelos missionarios no Brasil.















No dia seguinte, a turma do 2º ano de teologia retribui a visita dos missionários visitandos, antes de partiram para as missioes.

















Em foco, João Batista com alguns missionários, que os receberam com muita alegria e festa Africana e Santa Missa de acordo com o costume em seu continente.







quinta-feira, 19 de novembro de 2009

DOM AGOSTINHO NA AMAZONIA


O primeiro bispo de Luziania - GO, Dom Agostinho, em terra de missão na Amazonia.

sábado, 14 de novembro de 2009

SEMINÁRIO MAIOR ARQUIDIOCESANO DE BRASÍLIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA











Os futuros padres da diocese de Luziania - GO

são formados no Seminário Arquidiocesano de Brasília

acima estão algumas fotos da capela do Seminário de Brasília,

onde diariamente os seminaristas se encontram

com Cristo Nosso Senhor.

DOM AFONSO NA PAROQUIA SANTO ANTONIO - SANTO ANTONIO DO DESCOBERTO-GO



Dom Afonso vai à Paróquia de Santo Antonio,
em Santo Antonio do Descoberto-GO,
(onde Pe. Marcelo Jr. é paroco e reitor do Santuário Santo Antonio)
receber a imagem do Divino Pai Eterno das mão de
Pe. Robson de Oliveira (CSsR), reitor do Santuário Basílica
do Divino Pai Eterno, localizado em Trindade-GO.



Na mesma paróquia, mas em outra ocasião, Dom Afonso
sobe no carro de boi e participa como o povo da procissão
na festa de Santo Antonio, padroeiro da cidade.








INSTITUIÇÃO DE MINISTÉRIOS





No dia 22 de Novembro de 2009,
na Paróquia Santa Terezinha do Minino Jesus,
Luzinia - GO,
Wesley e João Batista
receberão o ministério de acólitos
durante a Santa Missa que será presidida por
Dom Afonso Fioreze, CP.
A Santa celebração iniciará as 18:30

Texto e fotos excluidos por requerimento extrajudicial. 16/01/2015



sexta-feira, 13 de novembro de 2009

BISPO DIOCESANO




















Dom Afonso Fioreze preside Santa Missa no Seminario Maior de Brasilia Nossa Senhora de Fátima.



Em uma de suas visitas aos seminaristas de sua diocese, no Semário Arquidiocesano de Brasília Nossa Senhora de Fátima, Dom Afonso Fioreze preside a Santa Missa. Nesta celebração varios sacerdotes concelebram e todos os seminaristas, das cinco dioceses (Brasilia, Formosa, Jataí, Luziania e Uruaçu) participaram.

Na homilia, o bispo disse que cada seminarista dve dar uma resposta pessoal, sincera, confiante e sincera a Cristo.



quinta-feira, 12 de novembro de 2009

ORDENAÇÕES NA DIOCESE DE LUZIANIA



A DIOCESE DE LUZIANIA, E NÓS, DIÁCONO JAIR CORREIA DA SILVA, E ACÓLITOS FLÁVIO LUIZ SOARES, FRANCISCO VALBÉRIO SORES BRUNO E JOÃO PAULO DOS SANTOS SILVA TEMOS A GRATA SATISFAÇÃO EM CONVIDAR-VOS PARA A SOLENE CELEBRAÇÃO EUCARISTICA NA QUAL RECEBEREMOS A SAGRADA ORDEM, PELA IMPOSIÇÃO DAS MAOS E ORAÇÃO CONSECRATÓRIA DE DOM AFONSO FIOREZE, CP.




DATA: 04 DE DEZEMBRO DE 2009
HORÁRIO: 19 HS
LOCAL: CAPELA DA RESSURREIÇÃO, CATEDRAL DIOCESANA
AV. CLARO CARNEIRO DE MENDONÇA, 199 PARK JK - LUZINIA - GO



AOS SACERDOTES: TRAZER TÚNICA E ESTOLA BRANCA
AOS DIACONOS: TRAZER TÚNICA E DALMÁTICA BRANCA OU FESTIVA

MAIORES INFORMAÇÕES: (61) 9171-4040 (DIACONO JAIR)
(61) 9248 - 3283 ( JOAO PAULO)
(61) 8148 - 0911 (FRANCISCO VALBÉRIO)
(61) 92527127 (FLÁVIO)
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