CONTATO COM A CÚRIA DIOCESANA

e-mail: mitradiocesanaluziania@yahoo.com.br
endereço: Av. Claro Carneiro de Mendonça, 199, Parque JK - Luziânia - GO
Fone/Fax:
(61) 3621-2022 ou 3621-2725
Bispo:
Dom Afonso Fioreze, CP

SEJA VOCÊ O REPÓRTER DE SUA COMUNIDADE

Participe desse blog! Seja autor, publique as informações de sua comunidade paroquial!
Interessados entrem em contato para serem cadastrados.
Mostrando postagens com marcador seminário. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador seminário. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Jean-Jacques Olier

 

Jean Jacques Olier



Por ocasião da inauguração do auditório do Seminário, que recebeu o nome de Jean-Jacques Olier, no dia anterior - 23 de fevereiro - o reitor do Seminário Maior de Brasília, Padre Jorge Humberto Pacheco apresentou a bibliografia e a espiritualidade do nosso seminário, a qual é originária do fundador dos padres sulpicianos, Jean Jacques Olier. A partir de agora, a reunião do clero de Brasília/DF será realizada toda última quinta-feira no auditório do Seminário.

Os seminaristas de nossa diocese de Luziânia também são formados de acordo com a espiritualidade dos padres sulpicianos.




Jean-Jacques Olier de Vaudreuil (Paris, 20 de setembro de 1608 – Paris, 2 de abril de 1657) foi um sacerdote católico e Fundador do Seminário e Sociedade de São Sulpício ou simplesmente Companhia dos Padres de São Sulpício que teve um grande papel na evangelização do Canadá.
Olier viveu numa época em que a vida clerical era bastante dificil e seu sonho era a renovação e santificação do clero, por isso investiu na formação dos futuros sacerdotes: os seminaristas. Seu sonho logo se espalhou pela França, Canadá, Estados Unidos, Japão, Vietnam, alguns países da América Latina e África. O sonho de Olier chegou a alguns estados do Brasil, inclusive na capital federal – Brasíli, onde os seminaristas de várias dioceses estudam, inclusive os de Luziânia. Atualmente há seminaristas de 08 dioceses no Seminário de Brasília: Paris/França; Brasília/DF; Luziânia/GO; Uruaçu/GO; Formosa/GO; Jataí/GO; Conceição do Araguaia/PA; Santa Cruz do Sul/RS.



Jean-Jacques Olier Estudou com os jesuítas de 1617 a 1625, tornou-se sacerdote incentivado por São Francisco de Sales, o qual era seu amigo. E São Vicente de Paulo também foi seu amigo e diretor espiritual. Estudou filosofia em Harcourt e teologia escolástica e patrística na Sorbonne. Foi ordenado em 21 de maio de 1633. Os anos de 1633-1639 forma marcados por dois encontros qui influíram na sua espiritualidade: Madre Santa Agnes de Langeac, priora do convento das dominicanas de Langeac e Charles Condren, sucessor de Bérulle à frente do Oratório.


Após dois anos difíceis, Jean-Jacques Olier passou os anos de 1633-1634 num tempo de vida comunitária, consagrado à oração, ao estudo, à leitura de Bíblia e a adoração eucarística.


Em 1642, foi nomeado paroco da paróquia da Igreja de São Sulpício. Olier estabelceu uma verdadeiraita comunidade de padres no seio desta paróquia, que desenvolverá uma atividade no domínio da liturgia, do catecismo e obras de caridade. Assim nasceu o Seminário de São Sulpício dedicado à formação do clero.

Tomou posição contra o movimento Jansenista, fundou a Sociedade de Notre-Dame de Montréal com Jérôme Le Royer de la Dauversière destinada à evangelização da "Nova França" e foi um dos principais atores do movimento de renovação espiritual e sacerdotal católico na França, no século XVII.

Por fim, durante sua exposição, Padre Pacheco chamou a atenção dos seminaristas para que assumam suas responsabilidades, sobretudo, para com a própria formação e comportamento social. Pe. Pacheco contou ainda a sua experiência como padre sulpiciano.


Quer saber mais?

   clique aqui



segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Homilia do primeiro Domingo da Quaresma


Homilia do primeiro Domingo da Quaresma
É muito importante aproximar o Evangelho deste domingo do salmo que o precede: “A pessoa que procura segurança no Deus Altíssimo se abriga na sombra protetora do Todo poderoso”. Esta é exatamente a atitude de Jesus, durante sua vida pública: Ele se mantém simplesmente à sombra do Altíssimo.
A tentação que se apresenta é a de deixar este abrigo, ou melhor, a de duvidar que ele seja seguro, ou ainda mais, de buscar outros abrigos, outras seguridades. Estas três tentações são as mesmas vividas pelo povo de Israel ao longo de toda a sua história bíblica. 
E quando o tentador (seu verdadeiro nome no texto grego ‘o divisor’, o ‘diabo’) se dirige a Jesus, é bem neste contexto que ele se situa: Se tu és o Filho de Deus, tu podes todo o que tu desejas... Tu és grande, podes construir a felicidade a partir de ti mesmo: manda estas pedras se transformarem em pães para satisfazer assim a tua fome imediata.. (primeira tentação). Ou seria melhor para ti de me adorar, eu levaria a bom fim todos os teus projetos... (segunda tentação). Deixa-te cair de bem alto assim Deus estará obrigado a te socorrer... (terceira tentação). Mas Jesus sabe bem que só Deus pode satisfazer todos os anseios mais profundos do homem, e ele decide, portanto, de confiar até o fim, mantendo-se assim à sombra do altíssimo, como no salmo.
Primeira tentação: Quando Jesus começa a sentir fome, o tentador lhe diz: “Se você é o Filho de Deus, mande que esta pedra vire pão’’ e Jesus lhe responde: “As Escrituras Sagradas afirmam que o ser humano não vive só de pão”. Frase bem conhecida do povo judeu inteiro. Ela encontra-se no Capitulo 8 do Deuteronômio e trata-se da experiência de Israel durante o êxodo, tendo Moisés como guia: “lembrarás de toda o caminho que o Senhor teu Deus te fez percorrer durante quarenta anos no deserto, afim de fazer-te experimentar a pobreza; colocando-te à prova e assim conhecer o que tens no coração e saber se tu observarias ou não seus mandamentos. Ele te fez viver a pobreza, Ele te fez ter fome e te deu a comer o maná que nem tu, nem teus pais conheciam para levar-te a reconhecer que o homem não vive só de pão, mas que ele vive de toda palavra que sai da boca de Deus”. 

Segunda tentação: segunda resposta de Jesus: O tentador lhe promete todos os reinos da terra; e Jesus lhe responde: “tu te prosternarás diante do Senhor teu Deus e só a Ele tu adorarás”. Ele cita o texto possivelmente mais conhecido de todo o Antigo Testamento, já que este faz parte do famoso “Shema Israel”, a profissão de fé judaica. Mesmo assim é importante fazer notar uma inversão da perspectiva entre as exigências do tentador e os dons gratuitos de Deus. O tentador lhe diz: Começa por te prosternar, e eu te darei (prometendo aquilo que não lhe pertence); ao contrário, Deus começa pelo “dar” e só depois Ele diz: “não esqueças que fui Eu que te dei e confia em mim durante o resto da tua vida”.

Terceira tentação: Se você é o Filho de Deus, jogue-se daqui, pois as Escrituras Sagradas afirmam: “Deus mandará que os seus anjos cuidem de você. Eles vão segurá-lo com as suas mãos, para que nem mesmo os seus pés sejam feridos nas pedras”. E Jesus respondeu-lhe: “As Escrituras Sagradas afirmam: ‘Não ponha à prova o Senhor, seu Deus’. Quer dizer, não exigirás de Deus provas de sua presença e da sua proteção; O Filho de Deus sabe que ele está permanentemente ao abrigo do Altíssimo, sem se importar com o que lhe aconteça.
Estas três respostas de Jesus parecem estranhas diante das interpelações do tentador. Visivelmente, o demônio e o Cristo não têm a mesma idéia sobre o Filho de Deus, sobre o Messias. Se tu és o Filho de Deus prova-o - parece dizer o tentador. E Jesus o prova realmente permanecendo fiel a seu Pai.


Pe. Jorge Pacheco


FONTE:
http://www.seminariomaiordebrasilia.com.br




Antes das férias, confraternização!

Antes de sairem de férias, os seminaristas tiveram um momento de confraternização em meio a natureza de Luziânia. O bispo, Dom Afonso, e alguns padres compareceram e participaram da confraternização. O Padre Gilson celebrou a Santa Missa. Padre Moisés compareceu no dia seguinte, bem como o Padre Jair e o Padre Pedrinho.
Abaixo segue alguns fotos.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

PAPA JOÃO PAULO II VISITA OS SEMINARISTAS DO SEMINÁRIO ARQUIDIOCESANO DE «NOSSA SENHORA DE FÁTIMA» DE BRASÍLIA

VIAGEM APOSTÓLICA AO BRASIL


DISCURSO DO PAPA JOÃO PAULO II
AOS JOVENS ALUNOS DO SEMINÁRIO
ARQUIDIOCESANO DE «NOSSA SENHORA
DE FÁTIMA
» DE BRASÍLIA
15 de Outubro de 1991


Meus caros Seminaristas,
1. É uma imensa alegria para mim, poder estar aqui reunido com um bom número daqueles que receberam o chamado de Cristo para serem seus servidores e ministros! Nos que aqui estão, vejo também a presença dos outros seminaristas do Brasil, e a todos quero dirigir minha palavra.
Agradeço de coração as amáveis palavras do Diácono Antônio Edimilson Ayres, ao falar em nome dos seminaristas aqui reunidos, querendo interpretar o espírito comum que anima a todos.
Vem e segue-me (Mt 19, 21)! Este chamado foi ouvido, um dia, no fundo dos vossos corações. Cada um escutou o apelo de forma diferente e em circunstâncias diversas. Mas para todos, há um ponto em comum: foi o próprio Jesus Cristo que veio ao vosso encontro e disse: Vem e segue-me! Recebestes uma vocação divina para serdes instrumentos vivos de Cristo, Eterno Sacerdote Cfr. Presbyterorum Ordinis, 12).
O encaminhamento para esta vocação e esta missão é muito mais do que uma escolha ou uma inclinação pessoal. A todos podem ser aplicadas aquelas palavras de São Paulo, que despertam na alma sentimentos de admiração e de agradecimento: “n’Ele nos escolheu antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante de seus olhos”(Ef 1, 4). Desde toda a eternidade, cada vocação está, por assim dizer, inscrita no próprio coração do Senhor. Valorizai sempre, por isso, vossa vocação como ela é: um grande dom divino!
2. Vem e segue-me. O próprio chamado específico, de que fostes objeto, pede uma adequada preparação, uma formação que permita, de fato, identificar-se com Cristo e seguir seus passos. “Que é esta formação?”, perguntava eu no início dos trabalhos do Sínodo dos Bispos do ano passado, que abordou o tema da formação sacerdotal. “Pode-se dizer, respondia, que é uma resposta ao chamamento do Senhor da vinha”(Ioannis Pauli PP. II Allocutio VIII ineunte ordinario generali coetu Synodi Episcoporum, 2, die 30 sept. 1990: Insegnamenti di Giovanni Paolo II, XIII, 2 (1990) 788).
É para criar as condições de dar esta resposta que existe o dever de uma oportuna formação durante os anos do Seminário.
Embora este nome - Seminário - não seja o único para designar o tempo e o local dessa formação, é ele utilizado de preferência na Igreja. O Seminário está no coração da Igreja que deseja seu desenvolvimento e espera que receba todo apoio, como falou o Concílio Vaticano II e repetiram, no ano passado, os Padres Sinodais. O Concílio chegou até a decretar que deve ser considerada plenamente válida na Igreja a experiência multissecular dos Seminários, porque, como instituições destinadas à formação sacerdotal, são o instrumento talvez mais eficaz para a preparação integral dos futuros sacerdotes, na medida em que estiverem dotados dos meios pedagógicos indispensáveis (Ratio Fundamentalis Institutionis Sacerdotalis, Intr. 1) O atual Código de Direito Canônico, seguindo esta mesma linha, determina que em todas as dioceses, com condições de fazê-lo devidamente, deve existir um Seminário Maior. Caso isso não seja possível, deveriam enviar seus candidatos ao Seminário de outra diocese ou a um Seminário interdiocesano (Codex Iuris Canonici, can. 237). Estais vendo como a Igreja preza os Seminários. Dá ela, inclusive, especial valor à palavra “Seminário”, que prefere a outras, por causa de seu conteúdo e de sua raiz evangélica. Seminário significa sementeira, lugar de sementes para o futuro plantio. Percebemos de forma imediata o paralelismo entre o cuidado do bom agricultor com as plantas que estão germinando, e o tempo de formação no Seminário.
A semente, para crescer com viço e dar frutos, exige tempo e atenções esmeradas. A formação do sacerdote também. Seria falsa a urgência que levasse a uma preparação descuidada, ou a improvisações superficiais, que deixariam lacunas irreparáveis nos futuros sacerdotes. Nenhuma urgência pastoral ou simples preocupação numérica pode levar a descurar a sólida formação dos seminaristas, em Seminários que funcionem de acordo com as normas canônicas e as orientações oficiais da Igreja, confirmadas no recente Sínodo.
3. Que dimensões deve ter essa formação, verdadeira “escola do Evangelho”? Deve ser ela “uma formação integral, que não descuide nenhum aspecto: formação humana, doutrinal, espiritual e pastoral, que tenha em conta as circunstâncias, muitas vezes difíceis, em que deve ser exercido o ministério” (Ioannis Pauli PP. II Allocutio novissima in congregatione VIII Coetus generalis ordinarii Episcoporum Synodi, 8, die 27 oct. 1990:. Insegnamenti di Giovanni Paolo II, XIII, 2 (1990) 950).
Em primeiro lugar, formação humana, necessária para seguir a Cristo, “perfeito Deus, e perfeito homem” (Symbolum "Quicumque"). O tempo do Seminário deve ser, acima de tudo, um tempo de profunda identificação com Cristo, começando por tomar como modelo a Humanidade do Senhor.
Ser outro Cristo, alter Christus, como é preciso que seja o sacerdote, exige humanidade íntegra, caráter firme, virtudes morais sólidas, personalidade madura (Cfr. Optatam Totius, 11). Estas virtudes são importantíssimas na vossa formação. Para consegui-las não existe outro caminho que o da autêntica disciplina e da austeridade de vida. Portanto, deve o Seminário educar o futuro sacerdote na escola do sacrifício e da disciplina viril, pessoal e inteligente.
Tende sempre presente que a maturidade e a firmeza das virtudes “humanas” é como a rocha, sobre a qual pode assentar-se com estabilidade o edifício das virtudes sobrenaturais e a própria vocação.
Sede fortes na perseverança, a despeito das eventuais dificuldades ou crises, convencidos de que a vocação não é uma escolha pessoal, que se pode assumir ou revogar, nem uma experiência, mas, como antes vos lembrava, um desígnio e um chamado eterno de Deus.
Segui pelo caminho que Jesus Cristo trilhou, abraçando voluntariamente e com alegria o dom do celibato sacerdotal. Não vos posso ocultar o íntimo gozo com que vi confirmada pelo último Sínodo “a opção do celibato sacerdotal, que é própria do rito latino”, como “carisma livremente recebido e autenticado pela... Igreja, em vista de uma dedicação exclusiva e alegre da pessoa do sacerdote ao seu ministério de serviço e à sua vocação de testemunha do Reino de Deus” (Ioannis Pauli PP. II Allocutio novissima in congregatione VIII Coetus generalis ordinarii Episcoporum Synodi, 7, die 27 oct. 1990:. Insegnamenti di Giovanni Paolo II, XIII, 2 (1990) 949 s.). São ilusórias e empobrecedoras para o sacerdócio as pretensões de um “celibato opcional”. O mesmo Deus que vos chamou, vos dará a graça para amar e conservar fielmente o grande dom do celibato, que Ele próprio quis unir à vossa vocação.
4. Seguir a Cristo - vem e segue-me! -, exige conhecer a Cristo, conhecer o Mistério do Deus feito Homem, conhecer o Mistério da Salvação (Cfr. Optatam Totius, 13). É para isto que se orienta a formação doutrinal que tem uma importância fundamental nos anos do Seminário. Esta formação deverá ter o caráter indispensável de um estudo sério e profundo na preparação para o sacerdócio. Dedicai-vos ao estudo com empenho e afinco! Somente assim chegareis a ser homens de fé e testemunhas da verdade que liberta (Jo 8, 32).
O autêntico saber filosófico é instrumento fundamental para compreender mais profundamente o homem, a realidade do mundo e o seu Criador. Tal como aconselhava o Concílio Vaticano II, esta formação filosófica deve apoiar-se sempre no “patrimônio filosófico perenemente válido” (Cfr. Optatam Totius, 15). Que abre caminho para uma segura e profunda inteligência das verdades reveladas. Hoje, com o descrédito das ideologias que até pouco dominavam tantas nações, percebe-se melhor como os projetos de nova ordem social se manifestaram inconsistentes, por causa da fragilidade de seus fundamentos filosóficos. Só se pode alcançar uma capacidade de discernimento e de atuação eficaz e segura, através daquele conhecimento filosófico que é a busca da verdade em si mesma. Todas as orientações pastorais, as propostas educativas, as reformas sociais ou as decisões políticas deveriam estar embasadas em pressupostos e esquemas mentais de caráter filosófico, que não podem ser ignorados por um futuro sacerdote.
O estudo da teologia, a que vos dedicais durante vários anos, fornecerá a base sólida para a vivência e a transmissão da Verdade salvadora. Utilizai a Sagrada Escritura como contínuo alimento espiritual, e aprofundai o seu conteúdo principalmente à luz dos Padres da Igreja, incomparáveis intérpretes dos Livros Sagrados e testemunhas privilegiadas da Tradição (Cfr. Instr. de Patrum Ecclesiae studio in formatione sacerdotali, die 10 nov. 1989, n. 18. 26). São eles que vos guiarão nos estudos teológicos, dando-lhes uma vitalidade cada vez maior e mostrando sua íntima relação com vossa vida espiritual e com vosso trabalho pastoral.
Tende sempre como guia, para os estudos, o Magistério autêntico e universal da Igreja. Só quando o Magistério é docilmente aceito, com espírito de fé, expressão da fé viva no próprio mistério da Igreja, é que se podem evitar as tentações do deslumbramento superficial perante correntes e modas teológicas, que deturpam e obscurecem a Verdade. Não vos deixeis iludir pelos desvios de uma teologia da libertação, que pretende reinterpretar o depósito da fé com base em ideologias de cunho materialista, e se afasta gravemente da Verdade católica.
5. Mas todo enriquecimento que se adquire pela formação doutrinal, seria planta sem seiva, se não tivesse como base uma intensa vida espiritual. O seminarista prepara-se, antes de mais nada, para ser um homem de Deus.
Recorrei regularmente e com frequência ao Sacramento da Reconciliação, que é fonte permanente de conversão e de renovação. Vivei piedosamente as práticas da meditação, da leitura espiritual, do exame de consciência e as sólidas devoções recomendadas pela Igreja, dentre as quais sobressai muito especialmente o amor filial a Maria Santíssima. Deste modo, se irá dando em vossas vidas uma mais íntima identificação com Cristo e, em consequência, um autêntico aprendizado do amor.
Buscai, entre os sacerdotes aprovados pelo Bispo, um diretor espiritual, que vos auxilie neste aprendizado. Conversai com ele regularmente. Como a planta que está nascendo requer cuidados atentos do lavrador, assim o amor que desponta na alma terá seu desenvolvimento mais pleno, com o auxílio de um diretor espiritual dotado de experiência, retidão de critério e zelo ardente.
6. Desta formação espiritual, caros seminaristas, nascerá o espírito de caridade que é o fruto do amadurecimento do amor a Cristo. Sereis, assim, sacerdotes como precisa a Igreja, verdadeiros pastores, plenamente imbuídos do amor que nasce do Coração de Cristo. Com esta caridade pastoral, sabereis procurar de preferência os mais pobres e necessitados, os que carecem da luz e do conforto espiritual para suas vidas. Vossa caridade deve ir além de uma mera assistência ou promoção social, deve ser aberta a todos, sem exclusivismos, refletindo a vontade salvífica universal de Cristo.
Assim, descobrireis a beleza do vosso sacerdócio e a verdadeira face da Igreja. Esta, no empenho por tornar o mundo mais justo e mais humano, se baseia, antes de tudo, numa visão ética e religiosa. O magistério da Igreja procura iluminar os problemas que afligem a sociedade contemporânea com os princípios e critérios evangélicos e baseados na ordem natural, para que cada pessoa possa viver com dignidade e alcançar seu destino temporal e eterno. É assim a atividade pastoral da Igreja e sua doutrina social. Torna-se, pois, indispensável para vós conhecer bem esta doutrina, estudá-la com afinco, dedicar-lhe verdadeiro apreço, se quereis que vosso futuro ministério seja realmente eficaz e fecundo.
7. Quero dirigir ainda uma palavra de alento e de agradecimento aos formadores, para que perseverem, com alegria e sacrifício, nesta tarefa silenciosa e incansável.
Objeto desta gratidão e estímulo são em primeiro lugar os formadores do “primeiro seminário”: os pais. É no lar cristão que desabrocha a fé e dá os primeiros passos a vocação sacerdotal. Pais, amai a vocação de vossos filhos, e agradecei a Deus o amor de predileção com que se dignou escolher algum deles para ser operário da sua messe.
Aos que receberam dos respectivos Bispos a tarefa de serem formadores no Seminário, peço que amem sua missão e se dediquem a ela de todo coração. Lembrai-vos de que nas vossas mãos está o futuro da Igreja! No Brasil há uma urgente necessidade de vocações, que Deus não deixará de promover, e isto significa que há urgente necessidade de formadores bem preparados. Tal urgência não deixa indiferente o meu coração de Pastor de toda a Igreja, nem o dos Pastores locais, sendo um motivo de viva atenção e de oração para todos. Por isso, reveste-se de grande importância o esforço que a Pastoral Vocacional vem desempenhando em todo o Brasil, com o incentivo da vossa Conferência Episcopal. Desejo, portanto, animar a tantos agentes que, espalhados por todo o país, dão o próprio testemunho e prestam seu serviço para dinamizar esta Pastoral, a fim de que sintam a necessidade de acompanhar ainda mais os candidatos ao sacerdócio, no seu processo de discernimento e amadurecimento vocacional.
8. Quero terminar estas palavras, caros seminaristas, elevando meu coração a Deus em prece confiante e cheia de fé:
Senhor, fazei que estes futuros sacerdotes tenham uma personalidade íntegra e rica em virtudes, à semelhança de Jesus Cristo.
Fazei que sejam homens de Deus e, como Jesus, homens para os outros. Colocai em seus corações um amor vivo pela Palavra divina, pela Eucaristia e pela oração, pela Igreja e pela doutrina salvadora que ela conserva e proclama fielmente. Fazei, enfim, que na preparação ao seu futuro ministério, sejam cada dia mais santos.
Para confirmar estas intenções, convido a todos para que contemplem sempre a Maria, a Virgem Santíssima, como modelo de entrega ao plano de Deus. Imitai o seu “fiat” expresso numa decisão única, que sirva de estímulo a vossas vidas. Que Ela, a Virgem Aparecida, a Mãe da Igreja e de todos vós, vos acompanhe no caminho do altar e da vinha do Senhor.
Peço, enfim, que leveis meu abraço e minha lembrança a todos os vossos pais e irmãos. Que eles saibam que o Papa nutre, também por eles, particular afeto. Para terminar, dirijo minha saudação especial e afetuosa aos Superiores e aos Seminaristas do Seminário “Redemptoris Mater” que a pouca distância daqui encontra-se a concluir. Faço votos que, com a Bênção de Deus, sejam sempre de autêntica formação de Sacerdotes, animadores pelo verdadeiro espírito de Cristo. A todos, de coração, concedo a minha Bênção Apostólica. Amén. 
 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Resumo do conteúdo geral abordado durante o retiro

Resumo do conteúdo geral abordado no retiro dos Seminaristas do Seminário Maior Arquidiocesano de Nossa Senhora de Fátima de Brasília – DF, de 08 a 12 de fevereiro de 2010.

O tema geral do retiro foi “nossa resposta ao chamado de Deus como padres diocesanos”, com duas reflexões diárias de uma hora e meia.

De início trabalhou-se a espiritualidade do padre diocesano a partir da imagem de Jesus o Bom Pastor e a pertença à Igreja Particular. Um dos desafios na vida do padre é garantir uma espiritualidade que o fortaleça no ministério. Os padres de congregações, ordens religiosas ou institutos seguem a espiritualidade do seu fundador, mas o padre secular diocesano segue a quem? Qual é a sua espiritualidade? A pessoa de Jesus "o Bom Pastor" é o modelo do padre diocesano. Pelo contexto de sua ação pastoral, ele caminha como pastor do rebanho, serve, cuida, acolhe e defende o seu povo. Ele é um comunicador do Evangelho. Deve, pois, proclamar a Palavra com ousadia e sem temor (Fl 1,14). A exemplo de Jesus, precisa fazer de sua vida uma contínua realização da "caridade pastoral", sentindo compaixão pelas multidões (Mt 9,35-36), procurando as ovelhas dispersas (Mt 18,12-24), conhecendo-as e chamando-as pelo nome (Jo 10,3).

O padre diocesano é o padre incardinado e pertencente a uma Igreja Particular, a uma Diocese, e consagrado totalmente a ela, posto a serviço dela para pastoreá-la em íntima união com o bispo e com os demais membros do Presbitério, com profundo senso de unidade e comunhão. A incardinação é a expressão do vínculo jurídico, teológico, espiritual, esponsal e pastoral do padre com a Igreja Particular (Diocese).

Vivenciou-se também no conjunto da temática a necessidade da restauração do futuro padre, como caminho para um serviço profundo e motivador. Diariamente somos chamados à conversão. Para que a conversão? Converter-se para ser sempre mais autenticamente aquilo que somos. Conversão à nossa identidade eclesial para que o ministério seja totalmente consequente a tal identidade, a fim de que uma renovada e gozosa consciência do nosso “ser” determine o nosso “agir”, ou melhor, ofereçamos espaço a Cristo Bom Pastor, a fim de que viva em nós e atue através de nós.

Devemos ser homens de comunhão e nos esforçar para viver em unidade de um santo e divino amor com todas as pessoas, um amor que doa a vida (eis aqui também inscrita a riqueza do sagrado celibato), que leva à solidariedade autêntica com aqueles que sofrem e com os pobres (incluindo todos os gêneros de pobreza). Para tanto, é necessário que se coloque a caminho de um processo restaurador do caráter que inclui o que podemos chamar de cura interior, ou restauração de feridas e condicionamentos que podem interferir de maneira negativa na vivência oblativa do futuro ministério.

No contexto pastoral da Igreja do Brasil, as Diretrizes da Ação Evangelizadora, convida o futuro padre a assumir o caminho efetivo do múnus da Palavra, da Liturgia e da Caridade. É uma temática profundamente espiritual, libertadora e exigente. O futuro sacerdote, ao longo do seu preparo para o exercício do ministério, precisa treinar a vivência deste múnus como caminho de santificação: viver a Palavra, celebrar a Liturgia e aplicar-se no exercício da caridade sem reservas.

Os participantes [do retiro] foram chamados a mergulhar na exigência da santificação de si mesmos. A santidade do presbítero é uma exigência inerente ao seu ser. “Sede santos (1Pd. 1,16) não é um peso, um acorrentamento, mas algo libertador e profundo. É o humano intimamente ligado ao Mistério que restaura. O caminho para a santidade requer a ascese, a mortificação, a renúncia e o sacrifício. Aos olhos do mundo atual e da cultura medíocre de nosso tempo isso parece um absurdo. A ascese, como nos ensinou a Igreja ao longo dos séculos, não pode ser renegada nem esquecida. Ela é metodologicamente aplicada com sucesso em nossos dias. Não podemos desconectar o ministério sacerdotal do aspecto da cruz e do sacrifício em favor da libertação do povo.

Por fim, [o retiro] encerrou-se com o tema da perseverança na oração como programa de vida para o padre diocesano que deseja viver bem seu ministério na fidelidade até o fim. O seminarista é um padre em potência e como tal deve acolher a formação sacerdotal como um projeto de vida. A oração perseverante é índice de fé profunda, de firme esperança, de caridade viva para com Deus e o próximo. O ensinamento de Jesus Cristo sobre a perseverança na oração une-se com a severa advertência de que é preciso manter-se fiéis na fé; fé e oração vão intimamente unidas. Creiamos para orar e para que não desfaleça a fé com que oramos. A fé faz brotar a oração; e a oração enquanto brota, alcança a firmeza da fé.

Dom Adair José Guimarães





quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

RETIRO ESPIRITUAL 2010

Os seminaristas do Seminário Maior Arquidiocesano de Brasília Nossa Senhora de Fátima iniciam o primeiro semestre de 2010 em retiro espiritual com o bispo da Dioecese de Rubiataba, Dom Adair José Guimarães.


Vejamos um resumo da história de Pe Adair José Guimarães, eleito Bispo da Diocese de Rubiataba - Go., no dia 27 de fevereiro de 2008.

Origem



Nasceu no Município de Mara Rosa - Go, antiga Amaro Leite, no dia 16 de junho de 1960. Filho do casal Antonio Bonifácio Guimarães e Dalva Maria Guimarães, ambos falecidos. Perdeu a mãe aos onze anos de idade e cresceu com a ajuda de familiares em Campinorte – Go., onde, junto com seus dois irmãos Atair José Guimarães e Alair Aparecido Guimarães, passou sua adolescência e início da juventude. Seu pai casou-se novamente com Maria Elias Alves em 1980, ano em que ingressou no seminário menor. Do segundo casamento do pai nasceram seus dois últimos irmãos: Altemir Elias dos Reis Guimarães e Ademir Elias Guimarães. A família sempre foi muito unida.



Família



Até os dez anos residiu na zona rural, pois seu pai era agricultor e obtinha o sustento da família através da plantação de lavoura e da criação de animais. Começou seus estudos nas antigas “escolas da roça”. Em Alto Horizonte, antigo distrito de Mara Rosa, cursou os primeiros anos de seus estudos. Com a enfermidade da mãe que contraiu câncer, se mudaram para Campinorte em 1971, onde concluiu o antigo primário e primeiro grau. O pai continuava no sítio e nos finais de semana e férias, juntamente com os irmãos, partilhava com o pai dos serviços braçais no campo. Pouco tempo depois da mudança para Campinorte, pouco mais de dois anos, a mãe veio a falecer. A parte religiosa e a devoção a Nossa Senhora foram herdadas do cuidado da mãe que era fervorosa e soube repassar aos filhos os conhecimentos iniciais da fé. O pai era menos presente religiosamente, mas confirmava os ensinos da mãe. Fez a primeira comunhão aos oito anos; foi preparado em casa pela mãe com a autorização do Pe. Juarez dos Passos Pereira. O dia da primeira comunhão, que lhe é memorável pelo alcance do seu significado, ocorreu na Capela de Alto Horizonte, hoje sede paroquial.



O caminho vocacional



O desejo de ser padre o acompanhou desde a infância; com cinco anos de idade já brincava de celebrar a missa com o irmão mais velho e primos. O ambiente simples e pobre da família sempre foi marcado por uma intensa religiosidade. Sua mãe sempre foi devota de Nossa Senhora e São Geraldo Magela, pois carregou consigo a devoção desde os tempos em que viveu no Carmo em Minas Gerais. O pequeno menino se encantava com a imagem de São Geraldo que a mãe possuía. Sua avó materna, Maria Benedita de Jesus, sempre contava as graças obtidas pela intercessão do santo e aquelas conversas e as histórias lhe plasmavam no coração o desejo de ser padre. Na infância, em Campinorte, participou da Legião de Maria juvenil, acompanhado sempre pela Maria Francisca e pela Elenir Alves, zelosas legionárias que ainda hoje militam nesse trabalho. Teve a influência formativa e vocacional, primeiro pela Irmã Maria das Dores (Dominicana) e depois, já no processo de discernimento final, pelas Irmãs Terezinha Cavich, Terezinha Bustamante e Aparecida Sofia (Irmãs da Providencia de Gap) que atuaram por muitos anos em Campinorte. Seus padrinhos de batismo e avós paternos, Geracino Ferreira Guimarães e Dorvina Bonifácio Guimarães tiveram papel fundamental no processo vocacional do Pe. Adair. Seu avô era ministro extraordinário da comunhão, o primeiro de Campinorte, cursilhista e membro do Apostolado da Oração e Legião de Maria. Do seu avô recebeu os primeiros ensinamentos bíblicos na infância e na adolescência. Desde a infância teve que trabalhar, primeiro na roça, depois vendendo frutos da terra na cidade, portaria de hotel e por último como balconista. A sua grande descoberta vocacional aconteceu dentro dos trabalhos da Paróquia Nossa Senhora da Guia, quando era Pároco Frei Euzébio. O grupo de Jovens Júpiter foi o campo onde Deus colheu Pe. Adair para o seminário. Iniciou os estudos do segundo grau em Uruaçu, no antigo Colégio Polivalente, onde fez o primeiro e o segundo ano. No dia 22 de fevereiro de 1980 foi levado pessoalmente pelo então Bispo Diocesano, Dom José Silva Chaves, para o Seminário Menor Bom Jesus em Brasília; naquela época a Diocese não tinha seminário menor. Em Brasília concluiu o segundo grau. Em 1981 começou seus estudos filosóficos no Seminário Arquidiocesano Nossa Senhora de Fátima de Brasília. A vinda do Papa João Paulo II ao Brasil em 1980 lhe conferiu fortaleza na resposta ao chamado vocacional. Em 1982 foi enviado ao Seminário Arquidiocesano de São José do Rio de Janeiro, onde concluiu a Filosofia e a teologia, respectivamente no Instituto Arquidiocesano de Filosofia João Paulo II e Pontifícia Universidade Católica. Durante a vida de seminário sempre foi assíduo no apostolado proposto pelo seminário. Trabalhou na catequese em Taquatinga, Paróquia São José, Arquidiocese de Brasília. Na Paróquia São Pedro de Alcântara da Arquidiocese de Niterói, Rio de Janeiro, na comunidade Nossa Senhora de Nazaré(Marambaia) trabalhou quatro anos com catequese, liturgia, juventude, círculos bíblicos e visitas aos lares. Durante o diaconato serviu pastoralmente a Basílica Nossa Senhora de Lurdes no Bairro de Vila Isabel, Rio de Janeiro, onde acompanhou a comunidade de Nossa Senhora de Fátima da Favela Pau da Bandeira, equipes de liturgia e de jovens e ministrou várias formações para lideranças.



Vida Ministerial



Em dezembro de 1983 Dom José Chaves lhe conferiu o Ministério de Leitor na Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Geriaçu-Matão, Município de Uruaçu, Paróquia Catedral. Em dezembro de 1984 recebeu igualmente o Ministério de Acólito na Capela de São Sebastião de Alto Horizonte, na época pertencente à Paróquia de Campinorte. No dia 28 de dezembro de 1985, às 19:00 haras, na Catedral foi ordenado diácono. Recebeu a ordenação presbiteral em Campinorte no dia 21 de dezembro de 1986. Foi um dia de festa e muita alegria para seus familiares e para a Paróquia de Campinorte e para toda a Diocese. De 1987 a 1998: Pároco da Catedral de Uruaçu – Go.; De 1999 a 2005: Pároco da Paróquia Santo Antonio de Mara Rosa – Go.; De 2006 até a nomeação espiscopal: Pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Minaçu – Go.; De 1987 a 1988: Reitor do Seminário Menor da Diocese de Uruaçu; De 1987 a 1992: Responsável pela Pastoral Vocacional e da Juventude na Diocese de Uruaçu; De 1987 a 2006: Membro e secretário do Conselho Presbiteral da Diocese; De 1988 a 1996: Assistente eclesiástico Diocesano da Renovação Carismática Católica; De 1990 a 1995: Presidente do Conselho Ecumênico Interconfessional do Ensino Religioso de Uruaçu; De 1998 até a presente data: Juiz Auditor da Câmara Eclesiástica da Diocese de Uruaçu e Adjunto do Tribunal Eclesiástico de Brasília; De 1999 a 2000: Vice Presidente da OSIB do Regional Centro Oeste; De 2000 a 2003: Coordenador Diocesano de Pastoral da Diocese de Uruaçu; De 2000 a 2005: Diretor Espiritual e professor no Seminário Maior da Diocese de Uruaçu; De 2001 a 2004: Presidente da OSIB do Regional Centro Oeste

2004 a 2005: Vice Presidente da OSIB Nacional; De 2007 até a presente data: Diretor Espiritual Diocesano do Encontro de Casais com Cristo

Eleição episcopal



No dia 13 de fevereiro recebeu um telefonema do Núncio Apostólico, Dom Lorenzo, pedindo que fosse a Brasília para um comunicado. A audiência foi marcada para o dia 15 do mesmo mês. O Senhor Núncio lhe comunicou que o Santo Padre Bento XVI o havia nomeado bispo da Diocese de Rubiataba-Mozarlandia. Padre Adair deu seu assentimento positivo, por escrito. A nomeação ficou resguardada pelo sigilo pontifício até o dia 27 de fevereiro, quando a Santa Sé fez a publicação oficial.



Anúncio da nomeação



No dia 27, pela manhã, Dom Messias Reis, Bispo de Uruaçu, convidou o nomeado, vários sacerdotes, religiosas e leigos para uma oração matinal na Catedral Imaculado Coração de Maria, em Uruaçu. Após a oração Dom Messias fez o anúncio, o bispo eleito fez uso da palavra e agradeceu o apoio de Dom Messias e pediu as orações de todos os presentes em favor de sua missão.


Sagração e posse



A sagração aonteceu no dia 17 de maio, sábado, às 15:00 horas na quadra coberta do Seminário São José de Uruaçu pelas mãos de Dom José Silva Chaves, Bispo Emérito de Uruaçu e pelos consagrantes Dom Messias de Uruaçu e Dom José Carlos, administrador apostólico de Rubiataba. A posse, como terceiro bispo de Rubiataba-Mozarlândia aconteceu no dia 25 de maio de 2008 às 09:00 na Catedral de Rubiataba. A posse foi dada por Dom Washington Cruz, Arcebispo de Goiânia.



Fonte: http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=16067





O retiro teve inicio no dia 08/02/10 e encerrará no dia 12/02/10 com a profissão de fé dos neodiaconos da arquidiocese de Brasília. A nossa Diocese de Luzianiânia conta tres diaconos: Francisco Valbério, Flávio Luiz e João Paulo dos Santos. 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

RETORNO AO SEMINÁRIO

ATENÇÃO SENHORES SEMINARISTAS

NO DIA 07,  DESTE MÊS DE FEVEREIRO, TODOS DEVEM RETORNAR AO SEMINÁRIO.

AOS NOVOS SEMINARISTAS, SEJAM BEMVINDOS E PERSEVERANÇA.

domingo, 29 de novembro de 2009

SEMINARISTAS DE BRASILIA RECEBEM MINISTÉRIOS

 

 Dom Joao Braz de Aviz, arcebispo de Brasilia, vai ao seminario e instiui como Leitores (leitorato), segundo passo depois da admissao para as sagradas ordens, (de sua direita para esquerda) Douglas, Kleuber, Thiago e Geraldo Gama, todos da arquidiocese de Brasilia.








 


.


Devanilson, de nossa diocese de Luziânia, e Lucas da arquidiocese de Brasilia, fizeram as preces ao Senhor.











Uma semana após outros seminaristas receberem o ministerio de leitor (leitorato), seis seminaristas recebem o ministério de acolitos (acolitato), penultimo passo antes da ordenação sacerdotal.









 Wesley, de nossa diocese, auxiliou na Santa Missa. Em foco, vemos dom Joao entregando a patena ao seminarista Lucas, da Arquidiocese de Brasilia.













Pós editado por Devanilson Álvares em 16/01/2015, às 00:14 Hs (horário de Brasília)
Motivo: Em atenção ao pedido extrajudicial movido por um participante desta cerimônia e recomendação da Google foi necessária a exclusão de algumas e textos que continham o nome do requerente.

ESPORTE

Anualmente os seminaristas se organizam em diversas categorias espotivas, participando de campeonatos que vai de xadrez ate futebol. Outros seminarios, como Redenptores Mater, Franciscanos, Padres, Funcionarios do seminario e paroquianos também participam desta grande festa esportiva. Veja no link um dos campeonatos.

DIA DE AMOR PELA CASA




Dia de amor pela casa é o dia em que todos os seminaristas e padres se reunem para fazerem uma grande "faxina" no seminário, para deixá-li mais bonito. Além do trabalho há, obviamente, muitas brincadeiras.

Na foto ao lado Joacyr, da Diocese de Formosa - GO, trabalha sério.










Nesta foto ao lado os seminaristas limpam e pintam o meio fio. Em foco, no centro, Vitor (flamenguista, oh meu Deus tenha piedade dele kkk), da Diocese de Luziania-GO, a sua direita Bruno, da Diocese de Luziania-GO, e a esquerda Luvanor, da Diocese de Uruaçu-GO




























Que dificuldade hein Jalmo, Fernando e Marcus. É isso ai pessoal.














Enquanto isso....
.... outros so de boa kkkk.
Brincadeira. voces trabalharam e mercerem descansar uns 5 minutos. Só 5 minutos kkkkk.










E do outro lado do seminário.... O pessoal termina o trabalho.
ô Cição, opa, Ô Cicero, que houve? Quebrou chinelo, poxa vida, ainda bem que esta em casa.

sábado, 28 de novembro de 2009

O CARDEAL VAI AO SEMINÁRIO



 O Cardeal Dom José Freire Falcão também comemorou a festa de seu aniversario na presença dos seminaristas, no Seminário Nossa Senhora de Fátima.
O Cardeal José Freire Falcão nasceu em 23 de outubro de 1925, em Ererê-CE, diocese de Limoeiro do Norte-CE. Estudou no Seminário da Prainha, em Fortaleza. Ordenado sacerdote aos 19 de junho de 1949, em Limoeiro do Norte. Consecutivamente, de 1949 a 1967, na diocese de Limoeiro do Norte, trabalhou pastoralmente; foi vice-diretor do Liceu Diocesano; membro da faculdade de seu Seminário menor e outras instituições educativas; e assistente eclesiástico da Ação Católica.
Eleito Bispo titular da Vardimissa e nomeado coadjutor, com direito a sucessão, de Limoeiro do Norte, em 24 de abril de 1967.
Consagrado, em 17 de junho de 1967, por José de Medeiros Magro, Arcebispo de Fortaleza-CE. Transladado à Sé de Limoeiro do Norte, em 19 de agosto de 1967. Assistiu a II Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, em Medellín, Colômbia, de 24 de agosto aos 6 de setembro de 1968. Promovido à Sé metropolitana de Teresina-PI, em 25 de novembro de 1971. Assistiu a III Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, em Povoa, México, de 27 de janeiro a 13 de fevereiro de 1979; a VI Assembléia Ordinária do Sínodo dos Bispos, em Cidade do Vaticano, de 29 de setembro a 28 de outubro de 1983. Transladado à Sé metropolitana da Brasília, em 15 de fevereiro de 1984. Eleito segundo vice-presidente do Conselho Episcopal Latino-americano.
Criado Cardeal presbítero, em 28 de junho de 1988; recebeu a barrete vermelha e título de S. Luza a Via Prenestina, em 28 de junho de 1988. Assistiu a VIII Assembléia Ordinária do Sínodo dos Bispos, em Cidade do Vaticano, de 30 de setembro a 28 de outubro de 1990; a IV Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, em Santo Domingo, República Dominicana, do 12 a 28 de outubro de 1992. Renomado membro do Conselho de Cardeais para o Estudo dos Problemas Organizativos e Econômicos da Santa Sé, em 2 de dezembro de 1993. Assistiu à Assembléia Especial para a América de Sínodo dos Bispos, em Cidade do Vaticano, de 16 de novembro aos 12 de dezembro de 1997.



Em sua  homilia o Cardeal contou sua experiencia como seminarista, padre, bispo e, finalmente, como cardeal. 

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

FESTA DAS FAMILIAS 2009

Conforme a tradicição, anualmente o seminário promove a festa das familias, onde as familias dos seminaristas se reunem para passar um dia na casa de formação, na qual os seminaristas passam cerca de 07 anos da sua formação. Neste ano a festa ocorreu no dia 10 de Outubro.
Após serem recepcionadas e acolhidas pelo reitor do seminário, Padre Jorge Humberto Pacheco, os seminaristas apresentaram uma maravilhosa peça teatral, na qual todos riram e se emocionaram.
Ao encerrar a apresentação os familiares tiveram um tempo para ficar com seus filhos (seminaristas) em seguida participaram da Santa Missa, presidida pelo reitor.







A turma do 2º ano de teologia organiza uma peça teatral que ficou para a história.





















A imagem da Sagrada Familia é colocada em frente do altar da capela do seminário





















O reitor do seminário, Padre Jorge Humberto Pacheco, preside a Santa Missa. Em sua homilia ele enfatiza a importancia da familia na formação de um sacerdote.
































Francisco Valbério, Diácono eleito da diocese de nossa diocese, e sua familia.























Diácono Jair, em breve sacerdote do clero de nossa diocese, e seus familiares.



























Jota Júnior, 1º de Filosofia, e seus familiares.




















Vitor, 2º de Filosofia, e seus pais























Devanilson com a sua mãe, sobrinho e irmã.



























Textos e Fotos foram excluidas por requerimento extrajudicial movido por participante da festa.
Exclusão em 16/01/2015, às 00:25

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

OUTUBRO, MÊS DA MISSÃO.

A Igreja celebra, comemora e dedica todo o mês de Outubro às Santas Missões. Em comunhão com a Igreja, o Seminário Arquidiocesano de Brasilia rebeceu no dia 22 de Outubro missionários e missionárias de diversas nacionalidades e representantes de todos os continentes, os quais juntamente com os seminaristas fizeram uma grande festa, em torno de Jesus Eucaristico. Apesar das dificuldades com o idioma, os missionário partilharam sobre o seu país, a situação da Igreja em sua pátria, bem como toda a sua experiencia como missionário. Os seminaristas da Diocese de Luziania também participaram desta grande festa. Abaixo segue algumas fotos .







Os seminaristas acolhem os missionários. Em foco, missionárias da Coréira, Quênia, Filipinas e México.





















Seminaristas do 1º ano de filosofia acolhem em sua sala de aula missionarios de Cuba, Japão e Coréia. Padre Paulo Batista acompanha os seminaristas e missionários.












A turma do 2º de Filosofia acolhe em sua sala de aula missionários da Africa, Canadá e México. Padre Eduarco e Padre Marco acompanham a turma e os missionários.













Seminaristas do 1º ano de teologia recebem em sua sala de aula missionários da Africa, Filipinas e México. Diácono Miguel Alon acompanha os seminaristas e os missionários.




















A turma do 3º ano de Teologia recebem em sua sala de aula missionarios da Africa e Mexico. Padre Gustavo Sanchez acompanha a turma e os missionários.

















A turma diaconal, 4º ano de teologia, recebe em turma sala de aula missionarios do Quênia (Africa), Canadá e Coréia. Padre Oscar acompanha a turma e os missionários.












 Após a troca de experiencias os missionários tiraram fotos em frente a capela do seminário. Em seguida, antes da Santa Missa, conversaram informalmente com os seminaristas.












Devanilson, seminarista do 1º ano de teologia, conversa com Padre das Ilhas Filipinas. Conversam sobre a situação vocacional em seu país.
















Após a partilha todos do seminário se reuniram em torno da Eucaristia. Presidida pelo padre responsavel pelos missionarios no Brasil.















No dia seguinte, a turma do 2º ano de teologia retribui a visita dos missionários visitandos, antes de partiram para as missioes.

















Em foco, João Batista com alguns missionários, que os receberam com muita alegria e festa Africana e Santa Missa de acordo com o costume em seu continente.







DEUS TE ABENÇOE

>>> seja um autor de nosso blog e poste as notícias de sua comunidade paroquial.

 
| Design DEVANILSON | PASCOM | PASTORAL DA COMUNICAÇÃO | COORDENAÇÃO SHIRLAN (61)8485-4344 | Contatos sobre o Blog diocesedeluziania@gmail.com |