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sábado, 5 de novembro de 2011

O CLERO DE NOSSA DIOCESE DE LUZIANIA



Clique em "leia mais". Saiba quem será futuro diácono de nossa Diocese quem serão ordenados presbíteros. Conheça ainda  alguns sacerdotes de nosso clero.

domingo, 7 de março de 2010

FOTOS EXCLUSIVAS

TOMADA DE POSSE DO NOVO BISPO DA DIOCESE DE JATAÍ/GO
Nosso Bispo Diocesano - Dom Afonso Fioreze - esteve presente na cerimonia de posse. Vejas as fotos.



O Papa Bento XVI nomeou no dia 16 de Fevereiro, o subsecretário-geral adjunto da CNBB, Padre José Luiz Majella Delgado, CSSR, como novo bispo para a Diocese de Jataí (GO). Padre Majella substituirá Dom Aloísio Hilário de Pinho, PODP, que teve sua renúncia aceita pelo Santo Padre, por causa da idade, conforme prevê o cânon 401 §1º.


Surpreso e emocionado, Padre Majella, como é conhecido, vê sua nomeação como um chamado de Deus e um serviço à Igreja. “Senti que era um chamado de Deus e obedeço. Não sei porque razão o Senhor está me chamando, mas Ele sabe”, disse. “Acolho este chamado também como cruz, porque a cruz é sinal de redenção”.



Até o dia da sua sagração, Dom Majella confessa que não sabia nem onde ficava a diocese que lhe fora confiada. “Tive que olhar no mapa e, desde que identifiquei a cidade, já comecei a rezar e a amar o povo”, observou.

Padre Majella disse que se inspirou em Josué ao aceitar a nova missão. Josué foi o líder que Deus escolheu para substituir Moisés na condução do povo de Israel para a terra prometida. “Uma figura bíblica que ficou no meu coração foi Josué, quando Deus entregou-lhe o povo de Israel, no lugar de Moisés. Deus disse a Josué, ‘Eu estarei com você seja firme e corajoso. Não tenda nem para esquerda nem para a direita’. É isso que quero fazer: sentar-me no chão para não fazer acepção de pessoas”, contou padre Majella.

Sua ordenação episcopal foi realizada no dia 27 de fevereiro, às 18h, no Santuário Nacional de Aparecida. O bispo ordenante foi o presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha. O novo bispo tem como lema episcopal: “Servir com amor”.



 “Tenho muito a agradecer a Deus por estar na CNBB, que está sendo uma verdadeira escola para mim. Através de minha vida aqui acolho este chamado, este serviço, em total comunhão com os bispos da Igreja”, acentuou.



A Santa Missa de posse do novo bispo de Jatai/GO teve inicio as 10hs da manhã, com a presença de várias autoridades civis e religiosas, dentre os civis destaca-se o gorvenador do Estado de Goiás, Alcides e a primeira dama, a qual é prefeita do municipio de Santa Helena de Goiás, dona Raquel Rodrigues, e o prefeito de Jataí, Humberto e a primeira dama.
Dentre as autoridades religiosas destaca-se o arcebispo de Goiania, Dom Washington Cruz; o arcebispo emérito de Goiânia, Dom Antonio Ribeiro de Oliveira; o arcebispo de Brasília, Dom João Braz de Aviz; o nosso bispo de Luziania, Dom Afonso Fioreze; o bispo de Formosa, Dom Paulo Beloto; o bispo de Rubiataba, Dom Adair; o bispo de Uruaçu, Dom Messias, o bispo de São Luiz de Montes Belos, Dom Carmelo Scampa; o bispo de Ipameri, Dom Guilherme Antonio Werlang; o bispo de Anapolis, Dom João Wilk; e diversos outros bispos e sacerdotes.




Para maiores informações e atualizações continue acessando nosso blog.
Para ver mais fotos visite nosso orkut.

DIOCESE DE LUZIANIA
GOIAS/BRASIL

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

QUARESMA

Na última quarta-feira teve início a Quaresma, que segue até o Domingo de Ramos, quando tem início a Semana Santa.


A Quaresma é um tempo de preparação para a maior festa católica: a Páscoa – morte, paixão e ressurreição de Jesus Cristo.

“O período é reservado para a reflexão, à conversão espiritual.  O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé, com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais”, - Dom Otacílio Luziano da Silva.- bispo da Diocese de Catanduva.






Essencialmente, a Quaresma é um período de retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa.


A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.

É curioso notarmos que no Rio de Janeiro líderes da Igreja Anglicana pediram que os fiéis abandonem o uso de Ipod durante a Quaresma, período que começa na quarta-feira, antecedendo a Semana Santa, e que os cristãos tradicionalmente um momento de reflexão e penitência. E nós católicos não iremos viver bem a quaresma???

De acordo com o padre Edilson Figueiredo, missionário diocesano da Paróquia Sant'Ana no conjunto Funcionários II, em João Pessoa,  a Quaresma, que dura quarenta dias, é tempo para se  reconciliar com Deus e uma preparação para a Páscoa que é a maior festa do calendário cristão católico.o padre Figueiredo. Ela explica que duas coisas o católico precisa fazer durante a Quaresma: a primeira foi receber as cinzas, o que aconteceu na última quarta-feira, como sinal de penitência, de reconciliação com Deus por causa de nossos erros e a pessoa tem que jejuar como sinal de desapego de si mesmo. O padre lembra que nós somos desafiados todos os dias a dar uma resposta ao mundo.

 A palavra Quaresma vem do latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV.
 Na quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira (até a Missa da Ceia do Senhor, exclusive - Diretório da Liturgia - CNBB) da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.
 
 Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.
Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.

QUE VOCE TENHA UMA SANTA E FRUTUOSA QUARESMA!!!



Fontes:

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB);

CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - Arquidiocese de São Paulo - Vicariato da Comunicação;

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/02/16/bispos-britanicos-pedem-que-fieis-renunciem-ao-ipod-durante-quaresma-915871078.asp;

 http://www.paraiba.com.br/116615/cidades/padre-fala-sobre-importancia-da-quaresma-para-os-catolicos.htm ;



QUE VOCE SABE SOBRE O CONCILIO VATICANO II?

                                                  CONCILIO VATICANO II

O Concílio Vaticano II (CVII), XXI Concílio Ecumênico da Igreja Católica, foi convocado no dia 25 de Dezembro de 1961, através da bula papal "Humanae salutis", pelo Papa João XXIII. Este mesmo Papa inaugurou-o, a ritmo extraordinário, no dia 11 de Outubro de 1962. O Concílio, realizado em 4 sessões, só terminou no dia 8 de Dezembro de 1965, já sob o papado de Paulo VI .
Em 1995, o Papa João Paulo II classificou o Concílio Vaticano II como "um momento de reflexão global da Igreja sobre si mesma e sobre as suas relações com o mundo". Ele acrescentou também que esta "reflexão global" impelia a Igreja "a uma fidelidade cada vez maior ao seu Senhor. Mas o impulso vinha também das grandes mudanças do mundo contemporâneo, que, como “sinais dos tempos”, exigiam ser decifradas à luz da Palavra de Deus".
Documentos Constituições:
Decretos:
Declarações:

Deseja saber mais? Clique aqui em CONCILIO VATICANO II

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE O PAPA BENTO XVI PARA A QUARESMA DE 2010

A justiça de Deus está manifestada
mediante a fé em Jesus Cristo
(cfr Rom 3, 21–22 )


Queridos irmãos e irmãs,
todos os anos, por ocasião da Quaresma, a Igreja convida-nos a uma revisão sincera da nossa vida á luz dos ensinamentos evangélicos . Este ano desejaria propor-vos algumas reflexões sobre o tema vasto da justiça, partindo da afirmação Paulina: A justiça de Deus está manifestada mediante a fé em Jesus Cristo (cfr Rom 3,21 – 22 ).
Justiça: “dare cuique suum”
Detenho-me em primeiro lugar sobre o significado da palavra “justiça” que na linguagem comum implica “dar a cada um o que é seu – dare cuique suum”, segundo a conhecida expressão de Ulpiano, jurista romana do século III. Porém, na realidade, tal definição clássica não precisa em que é que consiste aquele “suo” que se deve assegurar a cada um. Aquilo de que o homem mais precisa não lhe pode ser garantido por lei. Para gozar de uma existência em plenitude, precisa de algo mais intimo que lhe pode ser concedido somente gratuitamente: poderíamos dizer que o homem vive daquele amor que só Deus lhe pode comunicar, tendo-o criado á sua imagem e semelhança. São certamente úteis e necessários os bens materiais – no fim de contas o próprio Jesus se preocupou com a cura dos doentes, em matar a fome das multidões que o seguiam e certamente condena a indiferença que também hoje condena centenas de milhões de seres humanos á morte por falta de alimentos, de água e de medicamentos - , mas a justiça distributiva não restitui ao ser humano todo o “suo” que lhe é devido. Como e mais do que o pão ele de facto precisa de Deus. Nora Santo Agostinho: se “ a justiça é a virtude que distribui a cada um o que é seu…não é justiça do homem aquela que subtrai o homem ao verdadeiro Deus” (De civitate Dei, XIX, 21).

De onde vem a injustiça?
O evangelista Marcos refere as seguintes palavras de Jesus, que se inserem no debate de então acerca do que é puro e impuro: “Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa tornar impuro. Mas o que sai do homem, isso é que o torna impuro. Porque é do interior do coração dos homens, que saem os maus pensamentos” (Mc 7,14-15.20-21). Para além da questão imediata relativo ao alimento, podemos entrever nas reacções dos fariseus uma tentação permanente do homem: individuar a origem do mal numa causa exterior. Muitas das ideologias modernas, a bem ver, têm este pressuposto: visto que a injustiça vem “de fora”, para que reine a justiça é suficiente remover as causas externas que impedem a sua actuação: Esta maneira de pensar - admoesta Jesus – é ingénua e míope. A injustiça, fruto do mal , não tem raízes exclusivamente externas; tem origem no coração do homem, onde se encontram os germes de uma misteriosa conivência com o mal. Reconhece-o com amargura o Salmista:”Eis que eu nasci na culpa, e a minha mãe concebeu-se no pecado” (Sl. 51,7). Sim, o homem torna-se frágil por um impulso profundo, que o mortifica na capacidade de entrar em comunhão com o outro. Aberto por natureza ao fluxo livre da partilha, adverte dentro de si uma força de gravidade estranha que o leva a dobrar-se sobre si mesmo, a afirmar-se acima e contra os outros: é o egoísmo, consequência do pecado original. Adão e Eva, seduzidos pela mentira de Satanás, pegando no fruto misterioso contra a vontade divina, substituíram á lógica de confiar no Amor aquela da suspeita e da competição ; á lógica do receber, da espera confiante do Outro, aquela ansiosa do agarrar, do fazer sozinho (cfr Gn 3,1-6) experimentando como resultado uma sensação de inquietação e de incerteza. Como pode o homem libertar-se deste impulso egoísta e abrir-se ao amor?
Justiça e Sedaqah
No coração da sabedoria de Israel encontramos um laço profundo entre fé em Deus que “levanta do pó o indigente (Sl 113,7) e justiça em relação ao próximo. A própria palavra com a qual em hebraico se indica a virtude da justiça, sedaqah, exprime-o bem. De facto sedaqah significa, dum lado a aceitação plena da vontade do Deus de Israel; do outro, equidade em relação ao próximo (cfr Ex 29,12-17), de maneira especial ao pobre, ao estrangeiro, ao órfão e á viúva ( cfr Dt 10,18-19). Mas os dois significados estão ligados, porque o dar ao pobre, para o israelita nada mais é senão a retribuição que se deve a Deus, que teve piedade da miséria do seu povo. Não é por acaso que o dom das tábuas da Lei a Moisés, no monte Sinai, se verifica depois da passagem do Mar Vermelho. Isto é, a escuta da Lei , pressupõe a fé no Deus que foi o primeiro a ouvir o lamento do seu povo e desceu para o libertar do poder do Egipto (cfr Ex s,8). Deus está atento ao grito do pobre e em resposta pede para ser ouvido: pede justiça para o pobre ( cfr.Ecli 4,4-5.8-9), o estrangeiro ( cfr Ex 22,20), o escravo ( cfr Dt 15,12-18). Para entrar na justiça é portanto necessário sair daquela ilusão de auto – suficiência , daquele estado profundo de fecho, que á a própria origem da injustiça. Por outras palavras, é necessário um “êxodo” mais profundo do que aquele que Deus efectuou com Moisés, uma libertação do coração, que a palavra da Lei, sozinha, é impotente a realizar. Existe portanto para o homem esperança de justiça?
Cristo, justiça de Deus
O anuncio cristão responde positivamente á sede de justiça do homem, como afirma o apóstolo Paulo na Carta aos Romanos: “ Mas agora, é sem a lei que está manifestada a justiça de Deus… mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os crentes. De facto não há distinção, porque todos pecaram e estão privados da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela Sua graça, por meio da redenção que se realiza em Jesus Cristo, que Deus apresentou como vitima de propiciação pelo Seu próprio sangue, mediante a fé” (3,21-25)
Qual é portanto a justiça de Cristo? É antes de mais a justiça que vem da graça, onde não é o homem que repara, que cura si mesmo e os outros. O facto de que a “expiação” se verifique no “sangue” de Jesus significa que não são os sacrifícios do homem a libertá-lo do peso das suas culpas, mas o gesto do amor de Deus que se abre até ao extremo, até fazer passar em si “ a maldição” que toca ao homem, para lhe transmitir em troca a “bênção” que toca a Deus (cfr Gal 3,13-14). Mas isto levanta imediatamente uma objecção: que justiça existe lá onde o justo morre pelo culpado e o culpado recebe em troca a bênção que toca ao justo? Desta maneira cada um não recebe o contrário do que é “seu”? Na realidade, aqui manifesta-se a justiça divina, profundamente diferente da justiça humana. Deus pagou por nós no seu Filho o preço do resgate, um preço verdadeiramente exorbitante. Perante a justiça da Cruz o homem pode revoltar-se, porque ele põe em evidencia que o homem não é um ser autárquico , mas precisa de um Outro para ser plenamente si mesmo. Converter-se a Cristo, acreditar no Evangelho, no fundo significa precisamente isto: sair da ilusão da auto suficiência para descobrir e aceitar a própria indigência – indigência dos outros e de Deus, exigência do seu perdão e da sua amizade.
Compreende-se então como a fé não é um facto natural, cómodo, obvio: é necessário humildade para aceitar que se precisa que um Outro me liberte do “meu”, para me dar gratuitamente o “seu”. Isto acontece particularmente nos sacramentos da Penitencia e da Eucaristia. Graças á acção de Cristo, nós podemos entrar na justiça “ maior”, que é aquela do amor ( cfr Rom 13,8-10), a justiça de quem se sente em todo o caso sempre mais devedor do que credor, porque recebeu mais do que aquilo que poderia esperar.
Precisamente fortalecido por esta experiencia, o cristão é levado a contribuir para a formação de sociedades justas, onde todos recebem o necessário para viver segundo a própria dignidade de homem e onde a justiça é vivificada pelo amor.
Queridos irmãos e irmãs, a Quaresma culmina no Tríduo Pascal, no qual também este ano celebraremos a justiça divina, que é plenitude de caridade, de dom, de salvação. Que este tempo penitencial seja para cada cristão tempo de autentica conversão e de conhecimento intenso do mistério de Cristo, que veio para realizar a justiça. Com estes sentimentos, a todos concedo de coração, a Bênção Apostólica.
Vaticano, 30 de Outubro de 2009

BENEDICTUS PP. XVI

CAMPANHA DA FRATERNIDADE

Foi aberta nesta Quarta-feira de Cinzas, 17, em Brasília, a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010 (CFE), com o tema “Economia e Vida” e lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro (Mt 6, 24)”. O evento contou com a participação dos representantes das cinco Igrejas membros do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), responsável pela Campanha deste ano por ser ecumênica.
Durante a abertura, cada representante falou à imprensa presente sobre os objetivos centrais da Campanha. O secretário geral do Conic, reverendo Luiz Alberto Barbosa, destacou a importância da CFE para a sociedade, de modo especial com a temática tratada este ano. “Com esta Campanha queremos colaborar com uma economia a serviço da vida fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e das pessoas de boa vontade, tendo em vista uma sociedade sem exclusão”.
O representante da CNBB, no ato, o arcebispo de Montes Claros (MG), dom José Alberto Moura, leu a mensagem do sumo pontífice, o papa Bento XVI, para a CFE, na qual ele destaca a temática da campanha para a libertação das pessoas da escravidão do dinheiro. Em sua fala, dom Alberto, que é presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Interreligioso da CNBB, ressaltou a importância da Campanha Ecumênica para reforçar os laços que unem as Igrejas membros do Conic. “O ecumenismo nos faz testemunhar a fé em um único Deus, além de reforçar esses laços e indicar que todos somos os seus filhos; e nessa união, queremos nos colocar a serviço Dele”.
Questionado se a Campanha apresentará, durante o seu desenvolvimento, ao longo de 2010, um novo modelo de economia “mais solidário” do que o atual, o arcebispo de Montes Claros respondeu. “A economia não é algo odiado, porém é preciso atentar para o seu modo de usá-la e desenvolvê-la. Não fazemos uma crítica a uma pessoa ou governo, mas a uma mentalidade de concentração de renda e de colocar a economia como finalidade de vida em que poderíamos olhar mais a pessoa humana, principalmente as pessoas excluídas que devem ser mais consideradas”, frisou. Dom Alberto Moura falou ainda que a estrutura da Campanha não parte do econômico e ideológico, mas do Evangelho. “É justamente com o espírito da Quaresma que queremos colocar em discussão a economia que nos serve. Não vamos apresentar um novo modelo e derrubar o que está aí, mas queremos com esse tema dar mais razão à pessoa do que ao econômico”, completou.
“A temática da CFE-2010 nos coloca na posição de nos perguntarmos a quem, a rigor, queremos servir, se é a Deus ou ao dinheiro”, disse o presidente do Conic, o pastor sinodal, Carlos Augusto Möller, citando o lema da CFE. De acordo com ele, a frase bíblica representa uma inquietude de Jesus Cristo, sobre a escolha que devemos fazer também nos dias de hoje. “Sobre a discussão que vamos travar não só nas igrejas, mas também na sociedade, de modo geral, essa mesma inquietude de Jesus deve também ser discutida nos dias atuais, em que o lucro a todo o custo se sobrepõe à vida”, sublinhou.
O presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e moderador do Conselho Mundial de Igrejas, pastor Dr. Walter Altmann, disse que a campanha é favorável para que as pessoas participem de suas comunidades, com o objetivo de transformar o mundo, hoje, “marcado por tanta violência e tamanhas injustiças”.
Em diversas dioceses do  Brasil foi lançada a Campanha da Fraternidade 2010,  como ontem de manhã na Cúria Metropolitana de Maringá, pelo arcebispo metropolitano Dom Anuar Battisti. Pela terceira vez em 10 anos ela conta com a participação de outras cinco igrejas cristãs, além da Católica. “Essa é uma campanha para mexer com as bases da vida de todo o povo brasileiro, principalmente daqueles que têm mais”, considerou Battisti. Ele entende que os debates que acontecerão durante a Quaresma devem levar as pessoas a refletir e mudar o modo de agir com relação à economia e ética cristã.
O tema “Economia e Vida” e o lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”, de Mateus 6:24, foram escolhidos pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) para responder como as pessoas estão vivendo a fé em um contexto de miséria e fome, de falta de acesso à saúde, falta de moradias, precariedade no trabalho e insegurança. 
O arcebispo esclareceu que essa é a terceira vez que a CF não é somente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e sim organizada pelo Conic, que congrega, além da Igreja Católica, as igrejas Luterana no Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil, Presbiteriana Unida do Brasil, Sírian Ortodoxa de Antioquia e Evangélica de Confissão Luterana do Brasil.
Segundo ele, as campanhas são ecumênicas quando abordam assuntos de interesse de toda a comunidade. “Desta vez, o trabalho objetiva ajudar a sociedade a construir uma economia que esteja a serviço da vida”.

Battisti explicou que durante toda a Quaresma serão conhecidas experiências de economia solidária que estão dando certo em vários pontos do País. “A campanha é sempre um despertar, tem tempo para começar, mas não para terminar.

Fonte: http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/235852

http://www.cnbb.org.br/site/campanhas/fraternidade/2070-campanha-da-fraternidade-quer-colaborar-com-economia-a-servico-da-vida-diz-secretario-do-conic

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

DADOS OFICIAIS DA DIOCESE

DIOCESE DE LUZIANIA


Bispo Dom Afonso Fioreze, CP

Cúria: Av Claro Carneiro de Mendonça. 199 Parque JK - 72 800 000 - Luziânia - GO Cx Postal 122 72 800 000

diocesedeluziania@uol.com.br 
http://www.diocesedeluziania.org.br/
 
 
fonte: http://www.crd-co.com.br/provincias.html
 

sábado, 28 de novembro de 2009

Intercâmbio Missionário no Centro-Oeste

De 27 a 29 de março, realizou-se no Gama, em Brasília, DF, o 1º Intercâmbio Missio­nário do Centro-Oeste, entre as Dioceses de Goiás, GO, e Brasília. Essa é uma proposta apresentada pelo Secreta­riado Nacional da Juventude Missionária para os Regio­nais, com o objetivo de fortalecer os laços de amizade entre os jovens, promover a troca de experiências missionárias e a prática missionária além-fronteiras. Em novembro, será a vez dos jovens de Brasília visitarem a Diocese de Goiás.

De 17 a 19 de abril, a Juventude Missionária do Regional Centro-Oeste realizou o 7º Encontro Regional de Jo­vens e Adolescentes Missio­nários (Erjam) na Diocese de Jataí, em Rio Verde, GO.

Participaram cerca de 350 jovens das Dioceses de Goiás, Uruaçu, Ipameri, Luziânia, Porto Nacional, Tocantinó­polis, São Luís de Montes Belos, Anápolis, da Prelazia de Crista­lândia e das Arquidio­ceses de Palmas, Goiâ­nia e Brasília.

Estiveram presentes o Bispo de Jataí, GO, D. Aloísio Hilário de Pinho, FDP; o Bispo de Porto Nacional, TO, D. Geraldo Vieira Gusmão; e o Pe. Vítor de Me­ne­­zes, Secretário Nacional da Obra da Propagação da Fé.
O próximo Erjam será na Dio­­cese de Uruaçu, GO, em 2011.



Fonte: http://www.pom.org.br/sim/209/img/7_erjam.jpg&imgrefurl=http://www.pom.org.br/sim/209/pro_fe.html&usg=__PZ7w8YfafYMmE0by3qQpq38CcDc=&h=166&w=352&sz=19&hl=pt-BR&start=15&um=1&itbs=1&tbnid=cLoOHpvhaNaMkM:&tbnh=57&tbnw=120&prev=/images%3Fq%3Ddiocese%2Bde%2Bluziania%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26sa%3DG%26um%3D1

sábado, 14 de novembro de 2009

INSTITUIÇÃO DE MINISTÉRIOS





No dia 22 de Novembro de 2009,
na Paróquia Santa Terezinha do Minino Jesus,
Luzinia - GO,
Wesley e João Batista
receberão o ministério de acólitos
durante a Santa Missa que será presidida por
Dom Afonso Fioreze, CP.
A Santa celebração iniciará as 18:30

Texto e fotos excluidos por requerimento extrajudicial. 16/01/2015



quinta-feira, 12 de novembro de 2009

ORDENAÇÕES NA DIOCESE DE LUZIANIA



A DIOCESE DE LUZIANIA, E NÓS, DIÁCONO JAIR CORREIA DA SILVA, E ACÓLITOS FLÁVIO LUIZ SOARES, FRANCISCO VALBÉRIO SORES BRUNO E JOÃO PAULO DOS SANTOS SILVA TEMOS A GRATA SATISFAÇÃO EM CONVIDAR-VOS PARA A SOLENE CELEBRAÇÃO EUCARISTICA NA QUAL RECEBEREMOS A SAGRADA ORDEM, PELA IMPOSIÇÃO DAS MAOS E ORAÇÃO CONSECRATÓRIA DE DOM AFONSO FIOREZE, CP.




DATA: 04 DE DEZEMBRO DE 2009
HORÁRIO: 19 HS
LOCAL: CAPELA DA RESSURREIÇÃO, CATEDRAL DIOCESANA
AV. CLARO CARNEIRO DE MENDONÇA, 199 PARK JK - LUZINIA - GO



AOS SACERDOTES: TRAZER TÚNICA E ESTOLA BRANCA
AOS DIACONOS: TRAZER TÚNICA E DALMÁTICA BRANCA OU FESTIVA

MAIORES INFORMAÇÕES: (61) 9171-4040 (DIACONO JAIR)
(61) 9248 - 3283 ( JOAO PAULO)
(61) 8148 - 0911 (FRANCISCO VALBÉRIO)
(61) 92527127 (FLÁVIO)

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Ano Catequético é tema de estudo do Clero da Diocese de Luziânia

Cerca de 30 presbíteros da Diocese de Luziânia-GO estiveram reunidos no dia 12 de novembro, em Valparaíso-GO, para reflexão do texto base do Ano Catequético. A iniciativa foi do bispo dom Afonso Fioreze – CP -, comprometido com a formação que prioriza a catequese. Segundo dom Afonso, “há necessidade de formar entre os padres que atuam nas paróquias uma consciência eclesial, na qual a catequese e formação de catequistas é fundamental e faz parte do itinerário de fé de todo o cristão”.
A reflexão do texto base realizado pela diocese, de modo especial, pelos presbíteros é determinante para que o Ano Catequético em 2009 seja assumido como evento que não restringe-se somente a catequese, mas a toda Igreja. É a partir desta reflexão que surgirão as propostas concretas para uma catequese, cuja finalidade é a formação sistemática, progressiva e permanente.

Fonte: http://www.cnbb.org.br/ns/modules/mastop_publish/print.php?tac=Ano_Catequ%E9tico_%E9_tema_de_estudo

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Diocese de Luziania

A Diocese Católica Romana de Luziânia
(Latina: Lucianien (SIS)) é uma diocese
localizado na cidade de Luziânia-GO
na Província Eclesiástica de Brasília,
no Brasil.
Em 29 de Março de 1989 foi
criada como Diocese de Luziânia
da Diocese de Anápolis, Diocese de Ipameri
e Diocese de Uruaçu.
O primeiro bispo de Luziania foi
Dom Agostinho Stefan Januszewicz ,
OFM Conv. (1989.03.29 – 2004.09.15).
Atualmente o bispo desta diocese é
Dom Afonso Fioreze,
CP (2004/09/15 - presente)
DEUS TE ABENÇOE

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