Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus três últimos desejos:
1 - que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2 - que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...); e
3 - que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões.
Alexandre explicou:
1 - Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
«Até que enfim – Alguém fala comigo»
-
António Salvado Morgado, Diocese da Guarda Há palavras que caem em nós como
pancadas de bombos de despertar. E aquelas palavras caíram nos nossos
ouvidos p...
Há 7 horas


Diocese de Luziania
0 comentários:
Postar um comentário
DIOCESE DE LUZIANIA
Evangelização e comunicação na internet
OBRIGADO PELA VISITA
BOTE FÉ DIOCESE DE LUZIÂNIA